
A seleção italiana enfrenta um momento crítico após a derrota para a Noruega, que resultou na saída do selecionador Luciano Spalletti. A contratação de Gennaro Gattuso pode revitalizar a equipe, influenciando positivamente o desempenho em futuros jogos. Para os apostadores, isso pode significar uma oportunidade de aposta em um desempenho melhor da Itália nas próximas qualificações para o Campeonato do Mundo, especialmente com a experiência da nova equipe técnica.
Gattuso deve assumir o comando da seleção transalpina e conta com equipa técnica (e estrutura diretiva) de luxo. A derrota diante da Noruega (0-3) na primeira jornada de qualificação para o Campeonato do Mundo 2026 alimentou fantasmas da seleção italiana e custou mesmo o cargo de selecionador a Luciano Spalletti. Após as recusas de Claudio Ranieri e de Stefano Pioli, a federação transalpina de futebol aposta numa equipa de resgate com quem qualquer adepto se identifica.
De acordo com a Gazzetta dello Sport, Gennaro Gattuso é a aposta para liderar a Itália até à primeira participação numa fase final do Campeonato do Mundo desde 2014. Recentemente livre no mercado após ter abandonado o comando do Hajduk Split, o antigo médio defensivo e campeão mundial em 2006, estará a ser recrutado, membro da estrutura da federação transalpina.
Além dos habituais homens que o acompanham na equipa técnica, Gattuso deverá contar com a ajuda de Leo Bonucci, atual treinador-adjunto da seleção sub-20 e campeão europeu em 2021. Os antigos defesas da Juventus Andrea Barzagli e Gianluca Zambrotta também estarão a ser recrutados com a missão de promover uma relação mais estreita entre os sub-21 e a equipa principal azzurra.
O percurso sem brilho de Spalletti em Itália que chega agora ao fim. Passagem marcada por dois apuramentos no limite que, no final, não mostraram a inspiração necessária para repetir o Euro em 2021. As alterações não se esgotam no banco de suplentes: Cesare Prandelli, que conduziu a Itália à final do Euro 2012, deverá assumir o cargo de diretor técnico. A principal missão do técnico de 67 anos será transformar a identidade e o estilo de jogo associado às equipas transalpinas, desde os primeiros escalões de formação até à seleção principal.
O objetivo é fomentar a aposta em jovens talentos, brindados com o gene da rua, sem que seja castrado por nuances táticas demasiado rígidas, adianta a Gazzetta.
A Bola



