
Paysandu acelera reformulação com novo treinador a caminho; jogadores como Bryan Borges podem ser devolvidos e o futuro de Rossi, com alto salário, complica o orçamento. Para apostadores: cautela — evite apostas no resultado do Paysandu até a definição do técnico e do elenco; prefira mercados conservadores (under 2.5 ou handicap após confirmação das saídas).
Paysandu acelera reformulação e anuncia novo comandante em breve
O Paysandu prepara uma reformulação profunda visando 2026. A comissão de futebol trabalha na montagem do elenco e a contratação de um novo treinador é prioridade. A direção informa que o nome do novo comandante deve ser anunciado na próxima semana, e a apresentação oficial de comissão técnica e jogadores está prevista, em princípio, para 26 de dezembro.
Estratégia da comissão e papel do executivo
A decisão sobre reforços será tomada em consenso entre a comissão de futebol e o executivo de futebol, Marcelo Sant’ana, com participação do novo treinador. Desde a criação da comissão, o presidente Roger Aguilera tem reduzido sua ingerência direta no departamento, limitando-se a resolver pendências com atletas trazidos durante sua gestão.
Paysandu busca técnico enquanto tenta resolver pendências
Quem pode deixar o clube: Bryan Borges e outros casos
O clube conta atualmente com 16 jogadores cujos contratos se estendem para o próximo ano (e, em alguns casos, até 2027), mas nem todos permanecerão. O lateral Bryan Borges aparece na lista de atletas que possivelmente não farão parte do projeto 2026. O Paysandu tentou devolver o jogador ao Náutico-PE, que detém os direitos econômicos, mas o clube pernambucano não teria aceitado a devolução antecipada. Outros atletas poderão ser devolvidos aos clubes de origem ou encaminhados a empréstimos.
Rescisões e ajustes no elenco
A comissão vem avaliando contratos e buscando alternativas para ajustar o elenco ao planejamento financeiro e técnico. Devoluções e rescisões fazem parte do processo de reestruturação, que visa reduzir custos e compor um grupo mais alinhado ao perfil desejado pelo técnico que será contratado.
O caso Rossi: principal desafio financeiro
Um dos maiores problemas para a diretoria é a situação do atacante Rossi, cujo contrato vai até 2026 e que, segundo especulações, tem o maior salário do elenco, entre R$ 170 mil e R$ 200 mil. A contratação foi uma aposta do presidente e até agora não se justificou em termos de retorno esportivo. A diretoria trata salários e detalhes contratuais de forma sigilosa, mas reconhece que resolver o caso de Rossi é prioridade dada a pressão orçamentária.
Impacto esportivo e mercado de transferências
A indefinição sobre o elenco e a chegada do novo treinador podem afetar a preparação para a próxima temporada. Alterações no ataque e ajustes defensivos — como a possível saída de Bryan Borges — influenciam diretamente o rendimento do time e a forma de atuação. Agentes e clubes parceiros aguardam definições para avançar em negociações.
O que esperar nos próximos dias
Com o anúncio do novo treinador previsto para a próxima semana e a apresentação do elenco marcada para o fim de dezembro, as próximas movimentações contratuais devem se intensificar. Jogadores com contratos até 2026 serão avaliados individualmente para decidir permanência, empréstimo ou devolução.
Conclusão
O Paysandu entra num período de transição, com decisões técnicas e financeiras importantes por vir. A definição do treinador será o ponto de partida para a montagem do elenco 2026, e pendências contratuais, como as envolvendo Bryan Borges e Rossi, precisam ser resolvidas para equilibrar o time e o orçamento.
Diário Do Pará



