
Ancelotti confirmou a escalação titular da seleção brasileira para o amistoso contra a França em Boston: Roger Ibañez foi escolhido como zagueiro ao lado de Léo Pereira, Douglas Santos entra na lateral esquerda após a lesão de Alex Sandro, e Ederson segue na frente para a vaga de goleiro. Marquinhos segue fora; a convocação tem sete ausências significativas nesta Data Fifa.
Escalação provável e mudanças confirmadas por Ancelotti
Ancelotti apontou a formação que deve iniciar contra a França, com uma única alteração prática na comparação ao treino anterior: Douglas Santos assumiu a lateral esquerda no lugar de Kaiki, chamado às pressas após a lesão de Alex Sandro. Roger Ibañez ganhou a disputa com Bremer e foi confirmado ao lado de Léo Pereira na zaga. Ederson aparece à frente de Bento para a decisão final, que pode ser tomada pouco antes do jogo.
Provável time titular
Ederson (Bento) Wesley, Roger Ibañez, Léo Pereira, Douglas Santos Casemiro, Andrey Santos Raphinha, Matheus Cunha, Gabriel Martinelli, Vinicius Jr.
Lesões e desfalques: impacto imediato
Marquinhos, capitão e titular absoluto, sequer viajou para Boston após se machucar no primeiro treino. A previsão é de que ele só tenha condição de jogo frente à Croácia, na próxima semana. Além dele, a convocação sentirá a falta de Alisson, Militão, Gabriel Magalhães, Alex Sandro, Bruno Guimarães, Estevão e Rodrygo — uma lista que reduz bastante o leque de opções de Ancelotti.
Logística e chegada de jogadores: atrasos e adaptações
Douglas Santos e Luiz Henrique chegaram ao grupo em Orlando apenas na noite de terça-feira. A dupla do Zenit enfrentou dificuldades logísticas na Rússia, precisou voar via Turquia e desembarcou com atraso na Flórida. Esses percalços limitaram tempo de trabalho e condicionam a capacidade de entrosamento imediato do setor ofensivo e defensivo.
Ancelotti revela plano ousado com 4 atacantes contra a França
O que a escalação diz sobre a estratégia
A escolha por Roger Ibañez reflete uma leitura de Ancelotti em busca de mais agressividade e cobertura pelo setor central, sacrificando possivelmente a força aérea que Bremer oferece. Manter Ederson na frente sinaliza preferência por saída de bola e controle do jogo desde a defesa. No ataque, o deslocamento de Vinicius Jr. para dentro e Martinelli pela esquerda cria dinâmicas de inversão e combinações rápidas nas diagonais, potencializando a mobilidade de Matheus Cunha como referência.

Por que isso importa
Com tantos titulares ausentes, este amistoso funciona como teste de resiliência e profundidade para a seleção brasileira. A formação testada por Ancelotti mostrará quanto do plano de jogo principal resiste sem peças-chave e dará pistas sobre alternativas táticas para compromissos mais exigentes, como o duelo contra a Croácia.
Próximos passos e expectativa
A definição final do goleiro deve ocorrer às vésperas do duelo. A recuperação de Marquinhos será o grande foco médico e técnico para a semana seguinte. Para Ancelotti, o desafio é equilibrar resultados imediatos e observação de opções: consolidar uma base competitiva sem desgastar jogadores que retornam de lesão será determinante nos próximos dias.
Espn



