
Ronaldinho elogiou publicamente a Argentina antes da final da Copa do Mundo contra a Espanha, destacando a “raça”, a entrega coletiva e a humildade do elenco em servir Lionel Messi — que, na visão do pentacampeão, continua sendo o principal diferencial capaz de decidir uma decisão. A final acontece domingo, dia 19, às 16h (horário de Brasília).
Ronaldinho elogia Argentina antes da final da Copa do Mundo
Ronaldinho destacou a intensidade e a união da Argentina a poucas horas da decisão contra a Espanha. O pentacampeão ressaltou a garra dos argentinos, a disciplina tática do time de Lionel Scaloni e a capacidade de Messi de resolver jogos decisivos. O comentário agrega peso à narrativa de que a Argentina chega como um bloco coeso, com um líder capaz de desequilibrar.
O que Ronaldinho disse
Ronaldinho elogiou a “raça” e a entrega dos argentinos em cada partida e ressaltou a humildade do elenco em colocar a bola com Lionel Messi nos momentos certos. “Argentina é Argentina, sempre foi assim… Um futebol que eu gosto de ver. A entrega que os caras têm em cada jogo. E tem o Messi. O cara é o cara!”, afirmou, sublinhando tanto o coletivo quanto o talento individual.

Por que o elogio importa
A observação de Ronaldinho carrega autoridade: ele conviveu com Messi nos primeiros anos no Barcelona e entende a dinâmica entre craques e equipes vencedoras. Quando um ex-jogador de elite valoriza simultaneamente união e dependência de uma estrela, sinaliza que a força argentina é híbrida — emocional e técnica. Isso complica a vida da Espanha, que terá de neutralizar tanto a intensidade coletiva quanto os momentos de genialidade individual.
Implicações táticas para a final
Se a Argentina preservar a capacidade de servir Messi em espaços decisivos, a Espanha precisa ajustar a marcação e a sua construção de jogo para cortar linhas de passe e minimizar transições. A equipe de Scaloni vem exibindo organização sem perder verticalidade; neutralizar essa combinação será o principal desafio espanhol. A presença de jogadores dispostos a correr por Messi amplia as opções ofensivas argentinas e reduz previsibilidade.
O servo da bola e o herdeiro do futebol
Contexto e autoridade de Ronaldinho
A credibilidade do elogio vem da convivência entre Ronaldinho e Messi no Barcelona, onde o brasileiro acompanhou o início da trajetória do argentino. Essa proximidade permite um juízo com base em observação direta, não apenas admiração pública. Além disso, comentários de figuras como Ronaldinho ajudam a moldar a leitura do jogo: reforçam a imagem da Argentina como grupo unido e de Messi como fator determinante.
Detalhes da final
A final da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina será disputada no domingo, 19, às 16h (horário de Brasília). Espera-se um confronto de estilos — posse de bola espanhola contra intensidade e verticalidade argentinas — com Messi no centro das atenções.
O que esperar
Espera-se uma partida tática, decidida em detalhes: transições rápidas, bolas em profundidade para explorar espaços e momentos de brilho individual. Se a Argentina mantiver a coesão descrita por Ronaldinho e encontrar Messi em posições resolutivas, terá vantagem. A Espanha, por sua vez, precisará controlar o ritmo e evitar dar ao rival muitos espaços para contragolpes. O duelo promete confirmar se a união coletiva ou a construção paciente prevalecerá na final.
Espn



