
Azteca recebe abertura da Copa do Mundo 2026 com tributos a Pelé e Maradona, presença de lendas como Roberto Rivellino e Gianni Rivera, e show de Shakira com Burna Boy. México enfrenta a África do Sul na partida inaugural, enquanto cerimônias simultâneas nos EUA e Canadá marcam um torneio histórico que estreia o Azteca como primeiro estádio a sediar jogos de três Copas do Mundo.
Abertura no Azteca: homenagem, história e espetáculo
O Estádio Azteca, na Cidade do México, será palco da primeira cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026 nesta quinta-feira, com México x África do Sul inaugurando o torneio às 16h (horário de Brasília). A festa mistura memória futebolística e entretenimento pop: tributos a Pelé e Diego Maradona dividem espaço com apresentações musicais de peso.
Tributos às lendas e presenças ilustres
Roberto Rivellino, titular do tricampeonato brasileiro de 1970, volta ao Azteca pela primeira vez desde a final daquele Mundial. Gianni Rivera, integrante da seleção italiana vice-campeã em 1970, também foi convidado. A cerimônia inclui homenagens a Pelé — morto em dezembro de 2022 — e a Maradona, figura central do Mundial de 1986, quando a Argentina levantou o título no mesmo estádio.
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Shows, produção e formato multinacional
Shakira apresentará a música oficial do torneio, acompanhada por Burna Boy no México. Outros nomes locais e regionais entram no roteiro para reforçar a identidade cultural: Alejandro Fernández, Belinda, J Balvin e Mana, entre outros, compõem a programação. A cantora Anitta participará da festa em Los Angeles, que antecede Estados Unidos x Paraguai, marcada para 12 de junho às 22h (de Brasília). As três cerimônias — México, EUA e Canadá — têm duração estimada de 90 minutos e foram produzidas pelo italiano Marco Balich.
Azteca entra para a história
Ao receber jogos de três Copas do Mundo, o Azteca consolida um status raro no futebol global. A referência a 1970 e 1986 não é apenas nostálgica: serve como lembrete da continuidade histórica do estádio e do peso simbólico que rodeia a abertura. Para o México, sediar a cerimônia inaugural reforça sua centralidade na narrativa do torneio trinacional.

O que isso significa para seleções e organização
Homenagear Pelé e Maradona no mesmo evento é um gesto carregado — e intencional —: simboliza respeito às duas maiores escolas do futebol e equilibra memórias que moldaram a história das Copas. Para jogadores e torcedores, a cerimônia no Azteca funciona como um prólogo emocional antes do desgaste físico das partidas. Para a organização, o desafio é conciliar espetáculos grandiosos com o calendário apertado e o foco no desempenho esportivo.
Implicações práticas
Cerimônias distribuídas por três países ampliam o alcance global do evento, mas também elevam a complexidade logística e a expectativa de público. O Azteca, com sua carga simbólica, dá ao torneio uma largada poderosa — agora cabe às federações e às seleções manterem o nível nos gramados.
O que observar a seguir
Fique atento à reação das seleções à atmosfera das primeiras rodadas: a euforia das cerimônias pode influenciar tanto a moral quanto a pressão sobre equipes favoritas. Nos próximos dias, o foco se deslocará para o desempenho de Brasil, Argentina e anfitriãs (México, Estados Unidos, Canadá), além do impacto que a gestão do calendário triplamente sediado terá na logística e recuperação dos atletas.
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