
Com o 5 a 0 sobre a Coreia e ataque em alta, o Brasil chega a Tóquio como favorito; a dúvida sobre Estevão (gripe) pode mexer nas odds. Apostadores: considerar Brasil vencedor (handicap -1) ou mercado "Brasil marca 2+" se Estevão for confirmado no time.
Seleção brasileira chega a Tóquio e faz último treino antes de enfrentar o Japão
A seleção brasileira desembarcou em Tóquio neste domingo à noite e se prepara para enfrentar o Japão na terça-feira (14), às 7h30, no Ajinomoto Stadium. O técnico Carlo Ancelotti terá apenas um treino na tarde de segunda-feira para realizar os últimos ajustes antes do confronto, válido pela data FIFA.
Treinos, escalação e novidade no gol
Ancelotti promoveu apenas uma mudança após o triunfo em Seul: Hugo Souza entrou no lugar de Bento e deve começar como titular contra o Japão. A equipe fará atividade final no palco da partida, o Ajinomoto Stadium, para ajustar posicionamentos e avaliar condições físicas dos jogadores.
Dúvida médica: Estevão
O atacante Estevão apresentou quadro de gripe, e sua participação segue em avaliação pelo departamento médico. Caso fique fora, Lucas Paquetá é o mais cotado para assumir a vaga, cenário que implicaria alteração tática — do 4-2-4 para um 3-4-3 com meio-campo mais robusto.
Retrospecto do último amistoso: ataque eficiente
No amistoso contra a Coreia do Sul, em Seul, o Brasil venceu por 5 a 0. Estevão abriu o placar após passe de Bruno Guimarães; Rodrygo marcou duas vezes em seu retorno às convocações; Vinícius Júnior fechou a goleada; Mateus Cunha deu assistência e recebeu elogios pela movimentação e contribuição defensiva. O desempenho ofensivo refletiu a força do setor, mas Ancelotti ressaltou que a qualidade do ataque só aparece com uma base defensiva sólida.
Implicações táticas e para apostas
O 4-2-4 utilizado contra a Coreia mostrou poder ofensivo, mas a possível ausência de Estevão pode levar a um ajuste para 3-4-3, priorizando controle de meio-campo. Para apostadores, isso significa atenção às escalações oficiais: presença de Estevão tende a favorecer mercados de gols e vitória ampla do Brasil; ausência dele pode reduzir a probabilidade de goleada e elevar valor em mercados de handicap/empate.
Jornal Do Comércio



