O dono é o mesmo, mas o Botafogo exige reembolso milionário ao Lyon

O dono é o mesmo, mas o Botafogo exige reembolso milionário ao Lyon

O dono é o mesmo, mas o Botafogo exige reembolso milionário ao Lyon

A SAD do Botafogo, com o investidor norte-americano John Textor, está a exigir o reembolso de mais de 65 milhões de euros ao Lyon, clube francês do mesmo grupo, devido a um desequilíbrio financeiro. Este cenário pode influenciar apostas desportivas, uma vez que a capacidade financeira do Botafogo está em jogo, podendo afetar seu desempenho nas competições e as odds nas apostas.

A SAD do Botafogo, que tem o investidor norte-americano John Textor, através da Eagle Football, como acionista maioritário, vai exigir o «reembolso de valores anteriormente emprestados» ao Lyon, clube francês que pertence ao mesmo grupo empresarial, para resolver o «desequilíbrio financeiro entre as entidades».

A gestão dos clubes que integram o grupo Eagle Football foi sendo feita, nos últimos anos, de forma complexa e registou alguns episódios insólitos. Em janeiro deste ano, por exemplo, Luiz Henrique trocou o Botafogo pelo Zenit, mas os mais de 30 milhões de euros gerados pela transferência acabaram no Lyon, a contas com uma difícil situação financeira, que quase levou à sua despromoção administrativa à II Liga francesa.

Entretanto, John Textor deixou a gestão do Lyon e viu os seus associados na Eagle Football processarem a SAD do emblema brasileiro, na sequência da transferência de todos os ativos do clube para uma empresa que o empresário norte-americano registou nas Ilhas Caimão.

«Se não se impuserem freios, Textor continuará a causar danos irreparáveis à Eagle e ao Botafogo», considera a Eagle Football. O investidor norte-americano já ripostou, garantindo que «o Botafogo financia a parte europeia [da Eagle Football], e não o contrário». Textor disse mesmo que pretende «separar o Botafogo da parte europeia» da empresa.

De acordo com a imprensa brasileira, o Botafogo exige, agora, ser reembolsado, pelo Lyon, em mais de 65 milhões de euros pela cedência dos passes dos futebolistas Igor Jesus, Jair e Savarino, feita antes do Mundial do Clubes, quando Textor ainda controlava os dois clubes, com o intuito de ajudar a solucionar os graves problemas financeiros do emblema francês.

Tudo foi feito, como era habitual naquela altura, numa óptica de cash pooling, «em benefício de todos os clubes que compõem o grupo». No entanto, «medidas adotadas por órgãos reguladores em França comprometeram o funcionamento dessa integração», pode ler-se na nota publicada pela SAD do Botafogo, que decidiu «formalizar, por vias legais, o atual desequilíbrio financeiro entre as entidades».

A SAF Botafogo esclarece que sempre valorizou a colaboração dentro do ecossistema da Eagle Football e mantém o desejo de que essa parceria siga existindo, em benefício de todos os clubes que compõem o grupo.

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