
Corinthians e Palmeiras se encaram no Allianz Parque pela terceira fase da Copa do Brasil Feminina, em jogo único que vale vaga nas oitavas. Emily Lima vai a campo com o que tem de melhor; Rosana Augusto responde com a base campeã. Clássico promete decisão física no meio e teste para a ambição das Brabas frente ao favoritismo renovado da Barra Funda.
Escalações e informações principais
Corinthians (técnica Emily Lima): Nicole Ramos; Ivana Fuso, Thais Ferreira, Erika e Tamires; Ana Vitória, Duda Sampaio e Andressa Alves; Jaqueline, Gabi Zanotti e Jhonson. Banco com 12 opções, entre elas Gisela Robledo e Belén Aquino. Palmeiras (técnica Rosana Augusto): Kate Tapia; Giovanna Campiolo, Ingryd Lima, Fê Palermo, Glaucia; Bia Zaneratto, Tainá Maranhão, Emily Assis; Lorena Benítez, Raissa Bahia e Rhay Coutinho. Jogo único no Allianz Parque; vencedor avança às oitavas da Copa do Brasil Feminina.
O que está em jogo
Vaga nas oitavas é o objetivo imediato, mas o confronto tem valor simbólico: Corinthians busca mostrar evolução após saída nas quartas da última edição; Palmeiras entra com a mesma estrutura que conquistou o título, tentando confirmar domínio nacional. Resultado vai ditar ritmo de confiança para a fase de mata-mata.
Importância para o Corinthians
Escalar o melhor time deixa claro que Emily Lima quer protagonismo e não contenção. A presença de Duda Sampaio e Andressa Alves no meio reforça a ambição de controlar o jogo, enquanto as laterais — Tamires e Ivana Fuso — serão fundamentais para equilibrar marcação e saída rápida.
Força e experiência do Palmeiras
Palmeiras mantem peças centrais do título: Bia Zaneratto e Lorena Benítez carregam capacidade criativa e finalização. A defesa, com Giovanna Campiolo e Ingryd Lima, tem consistência; a equipe deve explorar transições e bolas pelas laterais para desestabilizar a linha defensiva corintiana.
Análise tática
Clássico tende a ser decidido no campo de meio: o duelo entre Duda/Andressa e Bia/Emily será determinante para a posse e ritmo. Corinthians pode tentar progressões curtas e infiltrações de Jaqueline e Gabi Zanotti, enquanto Palmeiras prefere verticalidade com Raissa e Rhay nas costas da defesa. Quem vencer as segundas bolas terá vantagem para controlar fases perigosas do jogo.
O que pode mudar após o jogo
Uma vitória do Corinthians reforça a narrativa de que o clube está pronto para voltar à disputa por títulos nacionais; eliminações expõem carências na efetividade ofensiva. Para o Palmeiras, avançar significa manter liderança e confirmar que o plantel campeão segue competitivo; uma eliminação exigiria reavaliação da rotação e prioridades do calendário.
Prognóstico prático
Espera-se um jogo curto, físico e tático, com decisões individuais fazendo a diferença. Substituições e gestão de ritmo serão cruciais em jogo único. Independente do resultado, o clássico promete impacto emocional e técnico para ambos os clubes nesta fase da Copa do Brasil Feminina.
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