
Memphis Depay teve estreia discreta na Copa do Mundo 2026: entrou aos 25 minutos do segundo tempo no empate 2 a 2 entre Holanda e Japão e foi alvo de críticas por oferecer pouco impacto. A apresentação reacendeu dúvidas sobre sua forma física pós-lesão e sobre a eficácia das mudanças de Ronald Koeman, que agora precisa ajustar rotações e estratégia antes dos duelos decisivos do Grupo F.
Memphis passa em branco na estreia da Holanda e vê críticas sobre ritmo e impacto
Memphis Depay entrou aos 25 minutos do segundo tempo (70') no empate por 2 a 2 entre Holanda e Japão, em Dallas, e teve participação discreta. A seleção holandesa somou apenas um ponto na estreia do Grupo F da Copa do Mundo 2026, ficando atrás de Suécia e Japão na chave.
O desempenho em campo
Apareceu pouco nas jogadas ofensivas, não conseguiu criar desequilíbrio e não ajudou a controlar os minutos finais, quando a equipe cedeu o empate. A atuação foi percebida como lenta e sem intensidade, especialmente para um jogador que tem a função de aceleração e criação no terço final.

Repercussão da imprensa e tom das críticas
Críticas chegaram tanto da imprensa nacional quanto internacional, que destacaram a falta de impacto dos jogadores que saíram do banco. O consenso: Memphis não mudou a dinâmica do jogo após entrar e falhou em oferecer a solução ofensiva esperada.
Contexto físico: lesão e retorno
Memphis ainda busca retomar a melhor forma após uma lesão que o afastou por mais de dois meses. Isso explica, em parte, a previsível falta de ritmo competitivo, mas não elimina a necessidade de contribuição imediata em um torneio curto como a Copa do Mundo.
Por que isso importa para a Holanda
Com apenas um ponto, a Holanda não pode se dar ao luxo de respostas mornas de jogadores-chave. A incapacidade do banco de mudar o jogo é um sinal de alerta para Koeman, que precisa encontrar combinações mais efetivas entre titulares e reservas.
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O que Koeman deve considerar
Gerenciar minutos de Memphis e acelerar sua readaptação ao jogo real parece prioridade. Ajustes táticos — buscar transições mais rápidas, trocas de flancos ou uma dupla ofensiva diferente — podem ser opções para extrair mais das substituições. A seleção também precisa definir com clareza quem tem perfil para entrar e realmente alterar o ritmo.
Próximos compromissos e cenário do Grupo F
A Holanda enfrenta a Suécia em 20 de junho, às 14h, no NRG Stadium (Houston), e encerra a fase de grupos contra a Tunísia em 25 de junho, às 20h, no Arrowhead Stadium (Kansas City). O rendimento coletivo nos próximos jogos vai definir se a equipe conseguirá se recuperar da estreia e garantir a vaga às fases seguintes.
Prognóstico prático
Memphis precisa de minutos e propósito em campo; se Koeman não ajustar rapidamente a estratégia ofensiva, a Laranja Mecânica corre risco de chegar a jogos decisivos dependendo de soluções táticas pouco confiáveis. A pressão é real: tempo para recuperação física resta pouco, e a competição não perdoa lentidão na tomada de decisões.
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