Vitória na Arena e olhos na Libertadores: o momento do Fluzão!

Fala, torcida tricolor e galera da Rede Carioca!
Como foi o fim de semana do time de vocês? Por aqui, o clima é de comemoração!
O nosso Fluzão deu um verdadeiro show fora de casa! Fomos até a Neo Química Arena e aplicamos um 3 a 1 no Coringão, com direito a uma verdadeira aula dos nossos garotões de idade avançada.
Enquanto a situação do adversário se complica, a nossa segue tranquila, com o ano fiscal mais do que garantido!
De olho na tabela
O tão sonhado 3º lugar escapou por pouco nesta rodada. O Furacão venceu o Bahia, graças ao pênalti perdido por Everaldo praticamente no último lance da partida.
Mas seguimos firmes na briga! O importante é manter o ritmo e continuar somando pontos.
Pausa para a Data FIFA e foco no Palmeiras
Agora, entramos em mais uma pausa para a Data FIFA. Enquanto o campeonato dá uma parada, o trabalho continua. É hora de aprimorar a equipe, ajustar os detalhes e preparar o elenco para os próximos desafios.
Na volta, teremos um confronto daqueles: Palmeiras pela frente!
É hora de entrar em campo com tudo, buscar a vitória e marchar rumo à final para tentar conquistar mais uma Taça Libertadores da América!
Parabéns, Fluzão!
A vitória na Arena foi para deixar a torcida tricolor com o sorriso de orelha a orelha!
E aí, torcida? Quem será o próximo a apanhar? Podem vir!
🇭🇺✨ Saudações tricolores
Olecram Avlis
Vasco goleia o Coritiba por 5 a 0 e deixa o Z-4 do Brasileirão

Gigante da Colina vence em São Januário, encerra sequência de 11 rodadas na zona de rebaixamento e ganha fôlego na luta contra o descenso.
O Vasco conquistou uma importante vitória na luta contra o rebaixamento. No último sábado (19), o Gigante da Colina goleou o Coritiba por 5 a 0, em São Januário, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado tirou a equipe cruzmaltina da zona de rebaixamento após 11 rodadas.
Os gols vascaínos foram marcados por Colidio, Bruno Duarte, Lescano, Andrés Gómez e Ramon Rique. Apesar do placar elástico, o goleiro Pedro Morisco, convocado por Carlo Ancelotti, evitou que a diferença fosse ainda maior, com seis defesas importantes. O Coritiba também contou com a trave em duas oportunidades.
Com a vitória, o Vasco chegou aos 31 pontos e assumiu a 16ª posição na tabela. Já o Coritiba permaneceu com 38 pontos e caiu para o nono lugar, após a vitória do Santos.
Resumo do jogo
Primeiro tempo: Vasco abre vantagem
O Vasco começou a partida buscando o ataque e dominando as ações ofensivas, mas encontrou dificuldades para transformar o volume de jogo em gols.
Aos 23 minutos, Colidio aproveitou o rebote da própria finalização e bateu no cantinho para abrir o placar em São Januário.
O Gigante da Colina quase ampliou após uma falha do goleiro Pedro Morisco, que, ao tentar sair jogando, chutou a bola em Andrés Gómez.
No fim da primeira etapa, o Vasco chegou ao segundo gol. Colidio finalizou da entrada da área, Morisco espalmou e, no rebote, Andrés Gómez cruzou para Bruno Duarte chegar batendo e ampliar a vantagem cruzmaltina.
Segundo tempo: goleada em São Januário
Logo no primeiro minuto da etapa final, Andrés Gómez chegou a marcar, mas o gol foi anulado por impedimento.
Aos oito minutos, Lescano recebeu a bola dentro da área e foi derrubado. O árbitro marcou pênalti. Thiago Mendes, capitão da equipe, entregou a bola ao próprio argentino, que assumiu a responsabilidade e converteu a cobrança, fazendo 3 a 0.
Aos 16 minutos, Andrés Gómez ampliou a goleada. O colombiano arrancou em direção à área, cortou a marcação e finalizou no cantinho do gol do Coxa, marcando o quarto gol vascaíno.
Na comemoração, o jogador, convocado pela seleção colombiana, tirou a camisa e recebeu o terceiro cartão amarelo, ficando suspenso para o próximo compromisso do Vasco pelo Campeonato Brasileiro.
O quinto gol saiu dos pés de Ramon Rique. O cria da Colina aproveitou uma bola dentro da área e soltou uma pancada de canhota, fechando a goleada em 5 a 0.
O Vasco ainda teve chances de ampliar. Robert Renan acertou uma linda bicicleta que explodiu no travessão. Já nos acréscimos, a trave voltou a salvar o Coritiba após uma finalização dentro da área.
Próximos confrontos
O Vasco volta a campo no dia 7 de outubro, quando enfrenta o Botafogo, às 20h30, no Estádio Nilton Santos, em clássico válido pelo Campeonato Brasileiro.
Já o Coritiba encara o Fluminense no dia 8 de outubro, às 21h30, no Maracanã, também pelo Brasileirão.
Notícias da Colina — Por Karina Pinheiro
A espera de um milagre: que a Data FIFA nos dê fôlego para o restante de 2026

Saudações alvinegras, irmãos de camisa!
Acredito que, assim como eu, todos estejam agradecendo por essa abençoada Data FIFA. Só assim para descansarmos os olhos e a mente desse Botafogo de 2026.
Que esse ano acabe logo e, acima de tudo, que não caiamos para a Série B!
O jogo contra o Mirassol me fez agradecer ainda mais pela vitória contra o Grêmio. Imaginem se aquele gol tivesse valido! O cenário em que estaríamos agora seria ainda mais preocupante...
Quando penso que o Botafogo já extrapolou todos os limites da mediocridade como equipe, ele consegue fazer um jogo ainda pior. Parecia que estávamos jogando na altitude ou participando de uma pelada de veteranos. Um time lento, sem garra, sem vontade de correr. Parecia que os jogadores estavam de ressaca. Fomos dominados e controlados durante praticamente todo o jogo.
O Tite já assistiu a algum jogo do Botafogo neste ano?
A impressão que ficou foi a de que o treinador não tinha ideia do que estava fazendo, desde a escalação.
O time até pode jogar recuado, apostando em transições rápidas. Mas colocar Arthur Cabral e Danilo Pereira para correr atrás de bolas longas desde o meio-campo é contar demais com a sorte. Convenhamos: eles não são conhecidos por vencer duelos aéreos, não são os mais velozes e tampouco têm como característica arrastar os adversários na corrida.
Entendo que talvez o plano fosse entrar com três meias de qualidade — Montoro, Medina e Danilo — para reter a bola no campo de ataque e evitar um desgaste excessivo. Huguinho ficaria responsável pelo primeiro combate e pela pressão nos lançamentos adversários.
Mas faltou combinar isso com o Mirassol!
O time de Rafael Guanaes, muito bem treinado, não estava disposto a nos dar a bola. E, sem ela, esses mesmos meias talentosos do nosso Fogão marcam fofo.
Resumo da obra: o Mirassol jogava solto pelo meio-campo, seu homem da bola tinha liberdade para pensar e criar jogadas, e o time rodava a bola à vontade, fazendo Huguinho, nosso único meia com características mais defensivas, se desgastar.
Quando todo o nosso meio-campo cansou, a zaga, desprotegida, começou a falhar.
A culpa é do Monzón? Na minha opinião, não. A defesa passou o jogo inteiro correndo para trás. Nessas condições, nem Mauro Galvão daria conta!
Ziyech, a estrela solitária
Para piorar, as substituições não surtiram o efeito esperado. Edenilson e Júnior Santos não entraram inspirados no intervalo.
Com exceção de Ziyech, que foi o ponto positivo, a estrela solitária desse jogo, pouca coisa se salvou.
O marroquino mostrou que tem habilidade e visão de jogo. Deu dinâmica à equipe e criou nossas chances mais perigosas.
Sua entrada também me fez observar como Montoro, muitas vezes, acaba tirando essa dinâmica quando prende demais a bola.
Longe de querer criticar nosso minicraque! Inclusive, eu não o tiraria da equipe. Espero que essa convivência com Ziyech renda muito aprendizado ao nosso argentino prodígio.
Já Edenilson errou praticamente tudo o que tentou. E Júnior Santos só faz a gente passar raiva. Está em modo bagre eterno!
A espera de um milagre
Nosso próximo compromisso, depois da Data FIFA, será um clássico contra o Vasco, que chega embalado após golear o Coritiba por 5 a 0.
Espero que Tite consiga fazer um milagre com essas múmias que entraram em campo contra o Mirassol!
Serão duas semanas de treinamento. Talvez não seja tempo suficiente para implantar uma metodologia de jogo, mas, pelo menos, fechar a casinha precisa ser possível.
Uma vitória nesse clássico pode representar a virada de chave de que precisamos para terminar o campeonato com mais tranquilidade e paz.
Os jogadores precisam recuperar a confiança e demonstrar garra nesta reta final. E nosso papel, como torcedores, é continuar acreditando.
Eu não era a favor da contratação do Tite, mas agora que ele chegou, preciso ter fé no homem!
Que não tenhamos mais atuações como a do Mirassol, um jogo em que perdemos em todos os sentidos.
Mesmo que sejamos o pior time tecnicamente, temos que deixar tudo em campo. Lutar até a última gota de suor pela vitória e vender caro as derrotas.
Porque, acima de qualquer resultado, existe algo que não pode faltar: a alma alvinegra!
“O meu Botafogo não é lugar para covardes.”
Por Rodrigo Barreto
Flamengo vence o Bragantino e dispara na liderança do Campeonato Brasileiro

Fala comigo Nação!!!
Mais uma vez, o Flamengo foi muito superior ao adversário e criou oportunidades suficientes para construir uma goleada. Mais uma vez também, desperdiçou chances claras e passou por uma pressão desnecessária nos minutos finais.
O enredo já se tornou recorrente na temporada rubro-negra: amplo domínio, volume de jogo suficiente para construir uma goleada e, no fim, uma dose desnecessária de sofrimento. Diante do Red Bull Bragantino, o Flamengo voltou a se sobressair em campo, mas deixou a sensação de que o placar poderia — e deveria — ter sido muito mais elástico.
Desde o apito inicial, o Rubro-Negro ditou o ritmo da partida, chegando a acumular 70% de posse de bola nos momentos de maior controle. A superioridade se traduziu em números: foram 11 finalizações, sendo sete delas no alvo.
Toda essa imposição deu resultado quando Carrascal encontrou Varela com um belo passe dentro da área. O lateral apenas empurrou a bola para o fundo da rede, coroando a boa trama ofensiva rubro-negra.
Na etapa final, o Flamengo recorreu a outra de suas armas mais letais para ampliar o placar. Em uma jogada de bola parada, Pedro apareceu no lugar certo para balançar as redes, encerrar seu jejum de gols e marcar o segundo da equipe.
No entanto, a falta de pontaria para liquidar o confronto cobrou seu preço nos minutos finais, quando o Bragantino descontou e passou a pressionar em busca da reação.
Tropeço do Palmeiras amplia vantagem rubro-negra
Apesar do susto nos minutos finais, o saldo da rodada acabou sendo extremamente positivo para o Flamengo. Com o empate entre Palmeiras e Grêmio, o Rubro-Negro aproveitou o tropeço do concorrente direto e abriu três pontos de vantagem na liderança do Campeonato Brasileiro.
A gordura na ponta da tabela aumenta, mas a lição permanece: para ter finais de jogo mais tranquilos, o Flamengo precisa transformar seu domínio em campo em uma vantagem mais confortável no placar.
O Flamengo segue firme na liderança, mas precisa aprender a sofrer menos. Afinal, quando uma equipe domina tanto uma partida, não pode permitir que o adversário continue sonhando com uma reação até o apito final.
Por Alain Lucas
Fotos:
Matheus Lima/Flickr.com Vasco
Vitor Silva/Flickr.com Botafogo
Marina Garcia/Flickr.com Fluminense
Gilvan de Souza/CRF
Vídeos:
Flamengo Tv
GETV (Mirassol x Botafogo/Vasco x Coritiba)
Fluminense Football Club





