
Brasil, já apurado para o Mundial 2026, foi derrotado pelo Japão por 3-2 em Tóquio — primeira vitória histórica dos nipónicos; para apostadores, valor em apostar no Japão em jogos futuros, no mercado “ambas marcam” e em over 2.5, e cautela ao aceitar o Brasil como favorito absoluto.
Brasil cai em Tóquio: Japão vence pela primeira vez (3-2)
Resumo do encontro
Brasil, já garantido no Mundial 2026, perdeu hoje em Tóquio por 3-2 frente ao Japão. A equipa canarinha chegou ao intervalo a vencer por 2-0, com golos de Paulo Henrique (26') e Gabriel Martinelli (32'), mas sofreu uma reviravolta no segundo tempo e acabou por ceder pela primeira vez na sua história diante dos nipónicos.
Reviravolta no segundo tempo
O Japão reagiu cedo na segunda parte: Takumi Minamino reduziu aos 52' num lance em que Fabricio Bruno desviou a bola para o próprio jogador adversário. Keito Nakamura empatou aos 62', com nova intervenção involuntária de Fabricio Bruno, e Ayase Ueda cabeceou para o 3-2 final aos 71'. A seleção japonesa teve menos posse de bola, mas superioridade em remates e remates enquadrados.
Alterações, contexto e estatística histórica
Carlo Ancelotti fez entrar Estêvão, Richarlison e Caio Henrique na tentativa de inverter o resultado, mas a equipa não conseguiu reagir. Hugo Sousa estreou-se na baliza brasileira. Esta foi a primeira vitória do Japão sobre o Brasil em 14 jogos (Brasil tinha 11 vitórias e dois empates). Trata-se da segunda derrota de Ancelotti ao comando do Brasil, depois do desaire nas qualificações frente à Bolívia (1-0). Ambas as selecções já estão apuradas para o Mundial 2026.
Impacto para apostas
A inesperada reviravolta japonesa altera perceções de risco: punters podem encontrar valor em apostas a favor do Japão em encontros futuros, especialmente em mercados de handicap asiático (+1) ou “draw no bet”. Dado que ambas as equipas marcaram, o mercado “ambas marcam” e o over 2.5 mostram-se opções plausíveis. Em jogo ao vivo, apostar após o intervalo quando o Brasil lidera pode ser arriscado — o histórico do encontro sugere que a defesa brasileira pode sofrer contra equipas rápidas e organizadas no segundo tempo.
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