
Renato Paiva defende a convocação de Paulinho à seleção portuguesa, elogiando o seu percurso no Toluca e a maturidade que o torna uma opção válida face às ausências de Cristiano Ronaldo, Rodrigo Mora e Rafael Leão. Paiva vê estes particulares como uma última janela para jogadores como Paulinho convencerem Roberto Martínez para o Mundial 2026, destacando versatilidade, inteligência tática e capacidade goleadora do avançado.
Paulinho volta a entrar na orbitada seleção portuguesa
Renato Paiva, que treinou Paulinho no Toluca, assumiu uma posição clara: levaria sempre o avançado à seleção. A chamada de Paulinho surge após lesões de Rodrigo Mora e Rafael Leão e com Cristiano Ronaldo também ausente, abrindo uma oportunidade imediata para o avançado de 33 anos reconquistar lugar em Portugal.
O que Paulinho traz à equipa
Paulinho chega com números sólidos na Liga MX — melhor marcador em três épocas — e uma carreira que passou por Sporting e Toluca.Paiva destaca a multifuncionalidade de Paulinho: finalização com os dois pés, jogo aéreo, capacidade de assistências e mobilidade inteligente entre linhas.Para um selecionador como Roberto Martínez, que tem um leque vasto de opções atacante, essa versatilidade é um argumento prático.
Contexto da convocatória e implicações para o Mundial 2026
A convocatória não é surpresa absoluta: Paulinho já representou Portugal três vezes, todas em 2020, e tem vindo a afirmar-se no México.Com o campeonato europeu e o ciclo do Mundial 2026 a aproximarem-se, estes particulares funcionam como última montra para jogadores fora do núcleo habitual.Para Paiva, alguns tratamentos são inevitáveis — escolhas deixarão nomes de fora — mas esse “problema” evidencia a profundidade do plantel português.
Renato Paiva: histórico e influência
Paiva recorda que levou Paulinho para o Toluca e não teve dúvidas sobre o seu potencial: “dei 200 por cento de certeza” de que o avançado responderia no México.O treinador, com percurso em Benfica (formação), Bahia, Botafogo, Fortaleza e Independiente del Valle, contextualiza o sucesso do jogador como fruto de profissionalismo e inteligência tática.
Análise: por que esta chamada importa
A inclusão de Paulinho é um lembrete de que competições fora da Europa podem alimentar a seleção nacional com soluções válidas.Paulinho representa um perfil de ponta móvel, que combina golo e jogo coletivo — qualidades que podem ser essenciais se Martínez procurar alternativas a um ponta-de-lança fixo.A curto prazo, os particulares frente ao México e aos Estados Unidos são um teste prático: se Paulinho justificar minutos com impacto, reforça a sua candidatura para a lista do Mundial 2026.
Quem mais observa a janela de oportunidade
Além de Paulinho, nomes como Ricardo Horta também surgem como exemplos de jogadores que se destacam nos clubes e vêem nestes particulares uma hipótese de convencer a equipa técnica.Para a seleção, as ausências por lesão tornam estes jogos ainda mais valiosos como laboratório de soluções ofensivas.
O que esperar nos próximos dias
Nos dois particulares, a prioridade de Martínez será avaliar rendimento imediato, adaptações táticas e capacidade de resposta sob pressão internacional.Se Paulinho confirmar o rendimento que tem mostrado no Toluca, dificilmente passará despercebido na corrida às escolhas finais para a prova que começa a 11 de junho de 2026.
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