
Alisson entrou aos 34 minutos do segundo tempo e deu a assistência decisiva para John Kennedy, assegurando a virada do Fluminense sobre a Chapecoense por 2 a 1 na 13ª rodada do Campeonato Brasileiro — sua primeira participação em gol desde a chegada em março. O desempenho reforça a utilidade tática do meia num elenco que viaja agora à Bolívia para a 3ª rodada da Copa Libertadores contra o Bolívar.
Alisson faz diferença e Fluminense vira sobre a Chapecoense
Alisson foi o jogador que mudou o jogo quando o Fluminense mais precisava. Entrou aos 34 minutos do segundo tempo no lugar de Hércules e, sete minutos depois, deu a assistência que deixou John Kennedy livre para marcar o gol do 2 a 1. A vitória chegou em um momento de pressão e mantém o Tricolor em movimento no Brasileirão.
O lance decisivo
Na jogada do gol, Soteldo acionou Alisson pela esquerda. O meia avançou, percebeu John Kennedy invadindo a área e serviu com precisão para o centroavante finalizar. Foi um passe clínico em espaço reduzido, típico de jogador com boa leitura e calma nos metros finais.

Primeira participação e retorno de confiança
Essa foi a primeira participação direta de Alisson em gol desde sua chegada ao Fluminense em março. O meia já havia sido titular nas partidas contra Operário e Santos, e agora soma um rendimento que justifica maior confiança da comissão técnica. A assistência mostra que, mesmo vindo do banco, ele pode alterar o perfil ofensivo da equipe.
O que o técnico falou e o impacto tático
Luis Zubeldía elogiou a troca e a característica do jogador: "Jogará de titular ou reserva, gostei dessa troca. Era o momento justo para utilizar esse tipo de jogador no meio. Gosto muito dos atletas que jogam bem em espaços reduzidos, situações adversas, e Alisson é assim." A avaliação do treinador revela que Alisson encaixa num Fluminense que precisa de soluções em meio-campo para superar defesas compactas.
Por que isso importa para Fluminense
A contribuição de Alisson traz duas mensagens claras: o elenco tem opções ofensivas fora do onze titular e há peças capazes de desequilibrar em momentos de aperto. Num calendário que mescla Brasileirão e Libertadores, profundidade e versatilidade tornam-se decisivas — principalmente em partidas fora de casa e em condições adversas.
John Kennedy enaltece gol e vitória do Fluminense contra a Chape
Próximo desafio: Bolívar pela Libertadores
O Tricolor viaja agora para a Bolívia, onde enfrenta o Bolívar na quinta-feira pela 3ª rodada da Copa Libertadores. O desempenho de Alisson pode influenciar escolhas para essa partida de altitude, tanto como opção de recomposição no meio quanto como recurso para criar superioridade em espaços reduzidos.
Análise final
A assistência de Alisson foi mais do que um lance isolado: sinaliza adaptação e utilidade imediata no elenco. Zubeldía tem uma peça com perfil técnico e pragmático, útil contra times fechados e em jogos que exigem controle em espaços curtos. Se mantiver esse nível, o meia pode passar de opção a elemento-chave nas próximas semanas do Fluminense.
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