
Hugo Ekitike sofreu uma lesão grave em Anfield, aos 28 minutos de Liverpool x Paris Saint-Germain pela Liga dos Campeões, e foi retirado de maca; Didier Deschamps confirmou que o atacante ficará fora da Copa do Mundo de 2026, enquanto exames vão definir se houve ruptura do tendão de Aquiles.
Lesão de Hugo Ekitike confirma ausência na Copa do Mundo de 2026
Hugo Ekitike deixou o campo em lágrimas aos 28 minutos do duelo entre Liverpool e Paris Saint-Germain pela Liga dos Campeões, segurando a parte posterior do tornozelo direito. Imagens do momento sugerem uma ruptura, total ou parcial, do tendão de Aquiles, hipótese que será confirmada por exames médicos. O técnico Didier Deschamps declarou nesta quarta que o atacante não fará parte da seleção francesa para a Copa do Mundo de 2026.
O que aconteceu em Anfield
O incidente ocorreu ainda no primeiro tempo da partida de volta pelas quartas de final. Ekitike tentou um movimento e imediatamente deixou claro que não conseguiria continuar, necessitando de maca para ser retirado do gramado. A substituição foi inevitável e reforçou a gravidade do problema no tornozelo direito.

Diagnóstico e prognóstico
Ainda sem confirmação oficial, as imagens e a reação do jogador apontam para uma possível ruptura do tendão de Aquiles — uma das lesões mais sérias para atacantes, com tempo de recuperação que pode se estender por vários meses quando confirmada. Deschamps afirmou que Ekitike iniciará tratamento e acredita no retorno do jogador ao seu melhor nível no futuro, mas reconheceu que a lesão o afasta da Copa.
Impacto imediato na seleção francesa
Ekitike tinha somado oito convocações pela França, com presença recente em março na vitória por 3 a 1 sobre a Colômbia e o gol contra o Brasil três dias antes. A perda reduz ainda mais as opções ofensivas da equipe no Grupo I da Copa do Mundo, composto por França, Senegal, Iraque e Noruega, e força Deschamps a reconsiderar alternativas táticas e nomes para a chamada final.
Repercussão para clubes e calendário
A lesão em jogo de alta intensidade como uma quartas de Champions coloca pressão sobre os departamentos médicos e sobre o cronograma de recuperação do jogador. Para o clube envolvido no duelo, a ausência de Ekitike — titular ou opção ofensiva valiosa — representa ajuste imediato no elenco e na rotação, especialmente em momentos decisivos da temporada.
Análise: por que isso importa
A possível ruptura do tendão de Aquiles em Anfield não é apenas um revés pessoal para Ekitike; é um golpe na profundidade ofensiva da França e um lembrete da volatilidade física em jogos de alto nível. Seleções e clubes terão de acelerar planos de contingência. Se a lesão for confirmada como grave, veremos implicações em convocações, mercado e adaptações táticas nas próximas semanas.
Próximos passos
Exames de imagem serão determinantes para aferir a extensão da lesão e traçar o plano de recuperação. A partir dos laudos, a federação e o clube ajustarão comunicações sobre prazos e tratamentos. Enquanto isso, a seleção francesa já precisa avaliar alternativas para o plantel da Copa do Mundo 2026.
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