
Rivaldo defende que Ancelotti usa amistosos como fase de preparação para a Copa do Mundo; para apostadores, isso indica esquemas de escalações mistas — melhor evitar aposta em vitória fácil da seleção e preferir mercados como empate/under ou apostas em jogadores consolidados. A pouca rodagem de Endrick no Real Madrid reduz o valor em apostas de gols/assistência para ele nas próximas partidas.
Rivaldo avalia preparação da Seleção sob Ancelotti após amistosos
Pentacampeão mundial, Rivaldo analisou o momento da Seleção Brasileira sob o comando de Carlo Ancelotti após os amistosos contra Coreia do Sul e Japão na última data FIFA. O ex-jogador destacou que o trabalho do treinador faz parte de um processo maior de preparação para a Copa do Mundo, em que resultados imediatos são secundários à avaliação de jogadores.
Ancelotti foca na montagem do elenco para o Mundial
Segundo Rivaldo, Ancelotti foi contratado para conquistar a Copa do Mundo, não para vencer amistosos. “Tudo que o Ancelotti está fazendo é parte da preparação, principalmente com todos os desafios que o Brasil vem passando desde a Copa de 2022. Uma derrota como essa para o Japão sempre pesa, mesmo sendo amistoso, porque torcedores e imprensa criticam. Mas o treinador sabe que esses jogos servem para observar quem vai para o Mundial”, afirmou.
Derrotas como instrumento de avaliação
Rivaldo reforçou que derrotas em amistosos entram no cálculo do treinador: são oportunidades para identificar pontos fortes e fracos. “Ele foi contratado para ganhar a Copa do Mundo, não para vencer amistosos, que são somente jogos para analisar jogadores. Então, entende que derrotas fazem parte do processo. Nesses jogos, com certeza, viu coisas boas e ruins. Agora ele deve pegar as coisas positivas para assimilar no trabalho e seguir até a Copa”, explicou.
Análise sobre Endrick e o impacto da passagem pelo Real Madrid
Rivaldo também comentou a situação de Endrick, ausente nas últimas convocações. Para o ex-jogador, a transferência ao Real Madrid pode ter chegado em um momento inoportuno para o desenvolvimento do atacante.
Falta de espaço e pouca participação prejudicam evolução
“Todo mundo sabe que é um jogador de muito futuro. Foi para um grande clube, que é o Real Madrid, só que no momento errado, no meu modo de entender. Em termos de elenco, o clube tinha muitos jogadores bons no ataque, e ele chegou como um grande talento, por tudo que vinha fazendo no Palmeiras, mas encontrou jogadores mais experientes, com mais nome que ele. Isso dificultou; ele jogou pouco, isso o prejudicou e perdeu espaço”, afirmou Rivaldo.
Consequências para a Seleção e mercado de apostas
A avaliação pública de Rivaldo sugere que a comissão técnica seguirá priorizando observação e rotatividade até a convocação final para o Mundial. Para o torcedor e para o mercado, isso aponta para escalações experimentais em amistosos futuros e menor previsibilidade nos resultados imediatos. No caso de Endrick, a falta de sequência no Real Madrid reduz expectativas sobre desempenho imediato na seleção.
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