
Sabri Lamouchi foi demitido do comando da seleção da Tunísia após a derrota por 5 a 1 para a Suécia na estreia da Copa do Mundo; a federação tomou a decisão com a equipe em último no Grupo F, deixando em aberto a condução imediata do elenco antes dos jogos contra Japão e Holanda.
Lamouchi demitido após goleada da Tunísia na estreia da Copa do Mundo
A Tunísia anunciou a demissão de Sabri Lamouchi após a contundente derrota por 5 a 1 para a Suécia. A saída ocorre no calor do torneio, com a seleção estando na última posição do Grupo F e pressionada por resultados imediatos.
Detalhes do desligamento e situação do grupo
Lamouchi, 54 anos, deixa o cargo após apenas quatro partidas no comando: uma vitória, um empate e duas derrotas. Seu contrato estava firmado até julho de 2028. A derrota para a Suécia foi o gatilho imediato para a decisão da federação tunisiana.
Contexto da passagem de Lamouchi
Treinador nascido na França, Lamouchi tem passagem por clubes como Rennes e Nottingham Forest e dirigiu a seleção da Costa do Marfim por dois anos. A nomeação no início deste ano buscava estabilidade e um projeto de longo prazo, agora abruptamente interrompido.

O que essa decisão significa para a Tunísia
A demissão em plena Copa sugere impaciência da diretoria e medo de desgaste político e esportivo diante de um fracasso público. No curto prazo, a federação precisa escolher entre um treinador interino interno ou trazer uma solução externa — ambas opções com riscos de descontinuidade tática e psicológica.
Impacto no plantel e preparação
Mudança de comando durante o torneio tende a afetar a confiança e a rotina do elenco. Jogadores terão de assimilar nova liderança e possíveis ajustes de última hora antes de enfrentar o Japão e, na sequência, a Holanda, partidas decisivas para qualquer chance de classificação.
Próximos confrontos e cenário para avançar
A Tunísia encara o Japão no domingo (21) e fecha a fase de grupos contra a Holanda na quinta-feira (25). Com a classificação dependente de resultados e reação imediata, a escolha do novo comando técnico e a resposta do time serão cruciais para manter vivas as aspirações no Grupo F.
Análise final
A decisão é compreensível no plano político da federação, mas esportivamente arriscada. Exonerar um técnico em plena competição pode transmitir cobrança, mas também mina continuidade de trabalho. Resta à Tunísia equilibrar pressa e pragmatismo: estabilizar o time agora é mais importante do que buscar um gesto simbólico.
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