
O US Open anunciou um aumento de 20% no prize money para 2026, elevando o total para 108 milhões de dólares e pagando um recorde de 5,5 milhões de dólares (cerca de 4,7 M€) aos campeões individuais — o maior prémio de sempre num Grand Slam, com impacto direto na estabilidade financeira dos jogadores e na corrida por prestígio entre torneios.
US Open anuncia prémios recorde para 2026
O US Open confirmou um reforço substancial do prize money para a edição de 2026: 108 milhões de dólares no total, um aumento de 20% face a 2025. Os vencedores dos quadros masculino e feminino receberão 5,5 milhões de dólares cada (cerca de 4,7 milhões de euros), a maior verba já oferecida num Grand Slam.
Principais valores
O finalista vencido vai receber 2,8 milhões de dólares (≈2,35 M€). Todos os jogadores eliminados na primeira ronda terão 140.000 dólares (≈120 mil euros) — também um patamar histórico. Nos pares, os campeões levarão 1 milhão de dólares (≈860 mil euros).
Contexto e comparação com outros torneios
Os 5,5 milhões superam os 5 milhões pagos aos campeões do ano anterior, quando Carlos Alcaraz e Aryna Sabalenka ganharam 5 M$ cada. Ainda assim, continuam abaixo dos 6 milhões oferecidos pelo torneio saudita conhecido como 'Six Kings Slam'. O aumento do US Open coloca o evento na vanguarda dos Grand Slams em termos de distribuição financeira, reforçando a sua atração para jogadores de topo e de meio da tabela.
O que isto significa para os jogadores
A subida beneficia sobretudo os jogadores fora do top‑20: o aumento da bolsa da primeira ronda melhora a sustentabilidade das carreiras, cobrindo custos de preparação e viagens. Para os nomes de topo, o maior prémio reforça o prestígio e a pressão competitiva, mas a diferença face a competições privadas de alto rendimento mantém debates sobre o equilíbrio do circuito.
Implicações para o circuito e futuras tendências
Este movimento do US Open pressiona outros grandes torneios a reverem as suas políticas de prémios e redistribuição. A convergência de interesses entre associações, promotores e jogadores poderá acelerar negociações sobre repartição de receitas e calendário. Em termos práticos, aumenta a importância do US Open como objetivo prioritário da temporada para tenistas que escolhem calendário por retorno financeiro e prestígio.
Datas e logística
O torneio vai decorrer entre 30 de agosto e 13 de setembro, em Nova Iorque. A antecipação sobre os quadros e o impacto económico local também são relevantes para patrocinadores e operadores do evento, que agora capitalizam um produto com valor de mercado ainda mais elevado.
Conclusão
O aumento do prize money do US Open para 108 milhões de dólares e os vencedores a 5,5 milhões refletem uma aposta clara em reforçar o estatuto do torneio. Para os jogadores de menor escalão, é uma ajuda financeira significativa; para os líderes do ranking, é mais um motivo para entrar em cena com ambição máxima. O efeito nas dinâmicas do circuito será seguido de perto nas próximas temporadas.
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