CBF revela calendário completo do futebol feminino 2026 com novas premiações e expansão de competições

CBF anuncia calendário do futebol feminino 2026 com grandes mudanças

Imagem: Rafael Ribeiro/CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou, nesta segunda-feira (24), o calendário oficial do futebol feminino nacional para 2026. Entre as principais novidades estão a mudança nos formatos da Copa do Brasil e Supercopa, e o aumento de times na Série A1.

A CBF apresentou o calendário completo do futebol feminino para a temporada de 2026, trazendo ampliação no número de clubes, mais datas de jogos e uma política mais robusta de premiações. A iniciativa reforça o compromisso da entidade com o crescimento da modalidade e atende a demandas antigas de atletas, clubes e especialistas.

O novo planejamento contempla mudanças estruturais em todas as divisões, ajustes nos formatos de disputa e avanços importantes nas condições de trabalho das jogadoras. A entidade ainda confirmou a ampliação das transmissões e iniciativas de apoio às atletas mães.

Supercopa do Brasil 2026

A Supercopa do Brasil será a primeira competição oficial da temporada, marcada para 8 de fevereiro. O torneio seguirá o formato de jogo único e reunirá os campeões do Brasileirão e da Copa do Brasil, oferecendo um confronto direto que reforça a importância das conquistas nacionais.

A edição de 2026 terá Corinthians e Palmeiras na disputa pela taça, mantendo a expectativa por um duelo de alto impacto técnico e midiático. A decisão ainda terá definição conjunta entre os clubes e a CBF para a escolha do mando de campo, reforçando a intenção de realizar o evento em local adequado à relevância da partida.

As premiações também passaram por ajustes significativos. O time campeão receberá R$ 1 milhão, enquanto o vice ficará com R$ 600 mil. O objetivo da entidade ao elevar os valores é tornar o torneio mais valorizado e atrativo para os clubes, fortalecendo o calendário feminino desde os primeiros jogos da temporada.

Imagem: © Livia Villas Boas e Rebeca Reis/Staff Images/CBF/Direitos Reservado

Brasileirão Feminino Série A1

O Brasileirão A1 terá início em 15 de fevereiro e seguirá até 4 de outubro, com um total de 23 datas reservadas pela entidade. A competição passará a contar com 18 clubes, ampliando a diversidade regional e elevando o número de partidas para 167 ao longo da temporada.

O formato permanece o mesmo: turno único na fase classificatória e confrontos em ida e volta a partir das quartas de final. As datas-base serão aos domingos e quartas-feiras, mantendo ritmo competitivo adequado e alinhado às transmissões nacionais.

As premiações e cotas de participação também foram reforçadas. Cada clube receberá R$ 720 mil, valor que dobrou em relação ao ano anterior e melhora as condições de planejamento da temporada.

O campeão ganhará R$ 2 milhões, enquanto o vice receberá R$ 1 milhão. Para partidas com transmissão de primeira escolha em rede nacional, haverá acréscimo de R$ 20 mil, estimulando clubes a investirem em elencos competitivos e campanhas sólidas.

Imagem: CBF

Brasileirão Feminino Série A2

A Série A2 será disputada de 14 de março a 19 de setembro e contará com 16 clubes. A primeira fase será realizada em turno único, garantindo equilíbrio de calendário para todas as equipes.

A partir das quartas de final, os confrontos serão em ida e volta, com os quatro semifinalistas garantindo acesso à elite em 2027. A competição permanece como peça essencial no desenvolvimento estrutural do futebol feminino, permitindo que clubes ascendam com planejamento técnico e administrativo sólido.

As premiações e cotas da A2 também receberam ajustes proporcionais para acompanhar o crescimento da modalidade. A ampliação mantém alinhamento com a política da CBF de fortalecer a base competitiva do futebol feminino em todas as regiões do país.

Imagem: CBF

Brasileirão Feminino Série A3

A Série A3 será disputada entre 21 de março e 5 de setembro, reunindo 32 clubes de diferentes estados. As equipes serão distribuídas em oito grupos, com jogos em turno e returno na primeira fase.

A partir das oitavas de final, os confrontos passam a ser em ida e volta, permitindo que as equipes mantenham ritmo competitivo contínuo. A A3 segue como porta de entrada estruturada para clubes que desejam iniciar trajetória no cenário nacional.

O acesso será garantido às quatro equipes semifinalistas, ampliando as possibilidades de renovação interna e estimulando a formação de novos projetos regionais.

A CBF reforçou que esta divisão é estratégica para a expansão da modalidade e continuará recebendo ajustes conforme o crescimento do número de clubes.

Imagem: Cristiane Mattos / Staff Images Woman / CBF

Copa do Brasil Feminina

A Copa do Brasil voltará a ser disputada em 2026, com início em 22 de abril e final marcada para 15 de novembro. O torneio reunirá 66 clubes das três divisões nacionais e contará com três fases preliminares antes das oitavas de final.

A principal mudança está no formato das fases decisivas: a partir das quartas de final, as partidas serão em ida e volta. O objetivo é ampliar a competitividade e tornar o torneio mais equilibrado tecnicamente.

As cotas foram dobradas em todas as fases, garantindo melhores condições logísticas e estruturais para os clubes participantes. O campeão receberá R$ 1 milhão, enquanto o vice ficará com R$ 500 mil.

A proposta da CBF é transformar a Copa do Brasil em um torneio de ampla visibilidade, paralelo ao Brasileirão, consolidando calendário equilibrado ao longo da temporada.

Imagem: CBF

Brasileirão Feminino Sub-20

O Brasileirão Sub-20 abrirá as categorias de base, sendo disputado de 8 de março a 28 de maio. A competição manterá datas-base às quintas-feiras e domingos, promovendo equilíbrio de calendário para jovens atletas.

A principal novidade é a final em partidas de ida e volta, o que aumenta o desafio técnico e prepara as atletas para competições profissionais.

As cotas foram reajustadas em 10%, reforçando a importância da base na formação de talentos e no desenvolvimento sustentável da modalidade. A categoria permanece estratégica para a transição entre formação e alto rendimento.

Imagem: CBF

Brasileirão Feminino Sub-17

O Brasileirão Sub-17 será disputado entre 30 de maio e 29 de agosto, possibilitando integração entre atletas que também participam do Sub-20. A final também seguirá o formato de ida e volta, fortalecendo o estágio competitivo da categoria.

Com cotas reajustadas em 10%, o torneio continua a ser um pilar fundamental para revelar novas jogadoras e preparar futuras profissionais para os principais campeonatos nacionais.

Imagem: CBF

Liga Feminina Sub-14 e Liga Feminina Sub-16

As competições Sub-14 e Sub-16 serão realizadas entre 23 e 29 de março e manterão o formato das edições anteriores. As ligas são fundamentais para introdução das atletas mais jovens ao calendário nacional e para manutenção de uma linha contínua de formação técnica.

A CBF acredita que manter as ligas estáveis é essencial para garantir progressão gradual do talento até as categorias superiores.

Perspectivas para a Profissionalização do Futebol Feminino

A CBF confirmou que, a partir de 2027, todas as atletas da Série A1 deverão possuir contrato profissional. A medida consolida um processo crescente de estruturação da modalidade, iniciando já em 2026 com reforço de premiações, ampliação de datas, melhoria logística e condições específicas para atletas mães.

O novo calendário, portanto, funciona como etapa estratégica para sustentar o salto definitivo rumo à profissionalização integral do futebol feminino brasileiro.


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