
Bélgica atropelou a Nova Zelândia por 5-1 e garantiu o primeiro lugar do Grupo G da Copa do Mundo 2026; o Egito segurou empate com o Irã (1-1) e também avançou, deixando o Irã vivo na briga por uma vaga como um dos melhores terceiros.
Bélgica assegura liderança do Grupo G com goleada sobre Nova Zelândia
Bélgica venceu a Nova Zelândia por 5-1 e assegurou o primeiro lugar do Grupo G da Copa do Mundo 2026, graças a uma atuação coletiva que misturou eficiência ofensiva e reatividade tática. Leandro Trossard foi o destaque com dois gols, Kevin De Bruyne participou decisivamente e Romelu Lukaku entrou do banco para selar a vitória. A combinação de poder de fogo e controle emocional recoloca os Diabos Vermelhos como favoritos para avançar com confiança.
Como se desenrolou a partida
Trossard abriu o placar ainda no primeiro tempo, aproveitando uma sobra em cobrança de escanteio. Kevin De Bruyne ampliou antes do intervalo com uma finalização precisa de fora da área. No início do segundo tempo, Trossard voltou a marcar com um chute potente dentro da área. A Nova Zelândia reduziu com Elijah Just, mas Lukaku, recém-entrado, cabeceou para fazer o quarto, e Alexis Saelemaekers fechou o placar nos acréscimos.
Impacto individual e coletivo
Trossard mostrou por que virou peça fundamental, oferecendo mobilidade e faro de gol. De Bruyne manteve o padrão de controle do meio-campo e qualidade de passe, enquanto Lukaku provou ser um trunfo ofensivo imediato vindo do banco. A partida expôs também a capacidade belga de reagir sob pressão: precisavam ganhar por margem expressiva para superar o Egito, e fizeram isso com objetividade.

Egito empata com Irã e também avança
Egito e Irã empataram em 1-1 em Seattle, resultado que classificou os norte-africanos em segundo do grupo. Mahmoud Saber colocou o Egito na frente logo no começo, mas Ramin Rezaeian igualou aproveitando um rebote após defesa do goleiro Mostafa Shobeir, que havia defendido um pênalti minutos antes. Um gol iraniano nos acréscimos foi anulado por impedimento, mantendo o empate.
O que o resultado significa para as equipes
Com os resultados, Bélgica e Egito terminaram com cinco pontos, mas os belgas levaram vantagem no saldo de gols (4 a 2). A Bélgica enfrentará, nos 16 avos de final em 1º de julho, um dos melhores terceiros colocados (Coreia do Sul, Senegal, Áustria ou Jordânia), enquanto o Egito terá pela frente a Austrália em 3 de julho. O Irã, com três pontos, ainda tem caminho possível para avançar como um dos oito melhores terceiros, mas dependerá dos desfechos da última rodada da fase de grupos.
Análise: por que isso importa
A Bélgica, após apresentações abaixo do esperado, recuperou caráter e eficiência na hora certa — uma combinação rara em equipes que chegam pressionadas por expectativas altas. A entrada decisiva de Lukaku evidencia profundidade do elenco; o trabalho coletivo de De Bruyne e a frieza de Trossard são sinais de que o time pode crescer nas fases eliminatórias. Para o Egito, o empate mostra resiliência e capacidade de administrar jogos taticamente fechados, mas também aponta fragilidades defensivas que precisarão ser ajustadas contra adversários mais perigosos. O Irã mantém alguma vida na competição, mas terá que torcer por resultados externos e elevar o nível de suas performances.
Próximos passos e cenário
Bélgica chega aos mata-matas com moral e opções ofensivas reais, condição que pode ser decisiva em jogos de qualidade parelha. O Egito terá tempo para afinar detalhes perante a exigente partida contra a Austrália. O Irã, por sua vez, vive a incógnita típica de equipes em busca de classificação como terceiro — convém acompanhar especialmente a disputa por saldo de gols e confrontos diretos na última rodada da fase de grupos.
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