
Brasil venceu a França por 3 a 0 em Chicago (25-23, 25-23, 25-19) e voltou ao G8 da Liga das Nações 2026, saltando para a sétima colocação com 6 vitórias em 9 jogos e 16 pontos. A vitória, liderada por Darlan e Adriano, mantém viva a chance da seleção avançar à fase final em Ningbo, apesar do susto com a saída do oposto por lesão.
Brasil supera França e reassume vaga no G8 da VNL
Brasil fez o que precisava: vitória sólida sobre a França para recuperar terreno na luta por uma vaga na fase final da Liga das Nações. O 3-0 (25-23, 25-23, 25-19) em Chicago recoloca a equipe de Bernardinho no bloco classificatório, agora em sétimo lugar, com 16 pontos após nove partidas.
Como foi a partida
O jogo teve intensidade desde o primeiro set. O Brasil impôs serviço e variação ofensiva, explorando momentos de desconcentração da França. Dois sets foram decididos por apenas dois pontos, mas a consistência verde-amarela fez a diferença no momento-chave. No terceiro set, a França cedeu mais espaço e o Brasil ampliou a vantagem até fechar a partida em sets diretos.
Placar e contexto
Resultado: Brasil 3 x 0 França — parciais 25-23, 25-23, 25-19. Local: Chicago, Estados Unidos. Fase: abertura da terceira e última rodada classificatória da VNL Masculina 2026. Fase final marcada para 29 de julho a 2 de agosto, em Ningbo, China.
Desempenho individual e impacto da lesão
Darlan foi peça importante, terminando com 13 pontos, mas deixou a quadra no início do terceiro set após sentir a panturrilha direita — um sinal de alerta para a seleção. Adriano contribuiu com 11 pontos e manteve eficiência ofensiva. Do lado francês, M. Henno foi o maior anotador com 12 pontos e Boyer somou 10.
Erros e controle de jogo
A França cometeu 25 falhas, contra 14 do Brasil — um diferencial que pesou no resultado. Em jogos equilibrados, a gestão dos erros tem sido determinante; a seleção brasileira aproveitou as oportunidades e manteve o ritmo defensivo e de saque quando necessário.
O que a vitória significa na classificação
Com 6 vitórias em 9 jogos e 16 pontos, o Brasil subiu da nona para a sétima posição, entrando de volta no G8. A França, em processo de renovação e desfalcada de atletas de Paris-2024, sofreu a quinta derrota e está eliminada da luta pelos playoffs. A vitória devolve confiança à equipe brasileira após uma fase mais frágil na Eslovênia.
Próximos desafios: calendário decisivo
O Brasil tem três partidas restantes na fase classificatória: Estados Unidos (esta quinta), Polônia (sexta) e China (domingo). A equipe precisa de ao menos mais uma vitória nos próximos três jogos para manter chances reais de avançar às quartas de final. A gestão física e a recuperação de Darlan serão determinantes para os confrontos finais.
Escalações
BRASIL: Cachopa; Darlan; Flávio; Judson; Lucarelli; Adriano; Maique (líbero). Entraram: Bryan, Brasília e Arthur Bento. Técnico: Bernardinho. FRANÇA: Brizard; Boyer; Iyegbekedo; Huetz; M. Henno; Pothron; Diez (líbero). Entraram: Magnin, Tizi-Oualou, Duflos-Rossi, Faure, Gueye. Técnico: Andrea Giani.
Análise final
A vitória em Chicago é um bom atestado de caráter e pragmatismo para o Brasil: a equipe soube capitalizar os erros adversários e controlar os momentos decisivos. Resta agora transformar esse resultado em sequência, com atenção à condição física do elenco. A margem de erro diminuiu; cada jogo até Ningbo terá peso estratégico para a reta final da Liga das Nações.
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