
Neymar em boa forma aumenta as chances do Brasil rumo a 2026; se convocado e fisicamente apto, apostadores podem favorecer o Brasil como favorito e buscar mercados como “Neymar marcando” ou over de golos, além de handicaps a favor da seleção.
Casemiro defende convocação de Neymar para a Copa do Mundo 2026
Casemiro foi direto ao comentar o debate sobre a presença de Neymar na seleção para 2026: para o volante, se o atacante estiver bem fisicamente e mentalmente, a Seleção Brasileira não pode abrir mão dele. “Se esse cara está bem fisicamente, mentalmente, esse cara é o melhor disparado. Eu sou um grande fã dele como jogador”, afirmou Casemiro, lembrando da qualidade diferenciada do atacante.

Experiência com grandes craques
O meio-campista recordou ter jogado ao lado de jogadores de alto nível — Cristiano Ronaldo, Luka Modric, Toni Kroos, Marcelo, Bale e Benzema — e reforçou que talentos extraordinários precisam ser aproveitados. “A qualidade desses jogadores é irrecusável, você não pode desperdiçar, é muito talento. E no futebol hoje a linha de você ganhar e perder é muito fina. Esses jogadores é que saem dessa linha.”
Comparação tática com Messi e a Argentina
Casemiro comparou a possível adaptação tática em torno de Neymar ao que a Argentina fez com Lionel Messi na conquista da Copa de 2022: “A Argentina fazia isso. O Julián Álvarez descia, e o Messi ficava de falso nove. Estavam defendendo em bloco baixo, e o Messi estava lá parado na frente.” Para ele, ajustar a equipe para tirar o melhor de um jogador decisivo é justificável.
Impacto em jogos decisivos
O volante citou o papel de Neymar em momentos chave: contra a Croácia, por exemplo, Neymar resolveu um jogo com um gol em um momento de jogo truncado. “Contra a Croácia, por exemplo, o Neymar, em um momento, fez um gol e pronto: solucionou o problema do Brasil naquele momento.”
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Situação atual e próximos amistosos
Casemiro está entre os convocados para os amistosos do próximo Data Fifa, contra Tunísia e Senegal. Neymar, por sua vez, ficou de fora da lista mais uma vez, mantendo o debate aberto sobre sua presença nas convocatórias futuras e o papel que poderia desempenhar rumo a 2026.
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