
Josué e Lucas Ronier assumiram papel decisivo no Coritiba em 2026: a dupla participou diretamente de 14 dos 25 gols do clube (56%) e teve influência ainda maior na Série A — 9 dos 11 gols do Coxa (81%). A combinação de visão e finalização transformou-os em eixo ofensivo, exigindo atenção tática dos adversários.
Dupla domina produção ofensiva do Coritiba em 2026
Josué e Lucas Ronier são os protagonistas do Coritiba na temporada, concentrando grande parte da criação e dos gols do time. No total do ano, o Coxa marcou 25 gols; 14 tiveram participação direta de um dos dois — seja finalizando ou servindo — o que representa 56% da produção ofensiva do clube.
Impacto ainda maior na Série A
Na Série A do Campeonato Brasileiro o efeito é mais evidente: dos 11 gols do Coritiba na competição, 9 contaram com a intervenção direta da dupla, ou seja, 81% dos gols. Esses números acendem um alerta e confirmam que Josué e Ronier vêm sendo decisivos contra adversários de ponta.
Estatísticas individuais
Ronier apresenta um perfil mais completo de chegada e conclusão: 3 gols e 4 assistências na temporada. Josué destaca-se pela capacidade de articulação, com 6 assistências e 1 gol. Juntos, na Série A, somam três assistências e o gol marcado por Ronier, demonstrando eficácia coletiva nas partidas mais exigentes.
Funções táticas e complementaridade
Ronier atua como referência ofensiva móvel, alternando entre a criação e a finalização. Josué ocupa um papel de articulador, buscando espaços entre linhas e distribuindo passes decisivos. Essa complementaridade explica por que a dupla se sobressai: um finaliza, o outro organiza o jogo e faz a ligação com atacantes e pontas.
O que isso significa para o Coritiba
A dependência da dupla traz vantagens claras: fluidez ofensiva, maior número de chances criadas e jogadores com entendimento mútuo. Para o técnico, ter dois atletas com entrosamento reduz o custo de repetidas mudanças táticas e potencializa o rendimento coletivo quando ambos estão em dia.
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Riscos e limitações
Concentrar mais da metade da produção ofensiva em duas peças também cria fragilidades. Marcação adiantada sobre Josué ou Ronier, lesões ou suspensão de um deles podem reduzir drasticamente a criatividade do time. Adversários com bom preparo tático podem neutralizar a dupla, exigindo soluções alternativas do banco.
Próximos passos e cenário provável
Para manter o ímpeto, o Coritiba precisa preservar a forma física dos dois e ampliar as opções ofensivas — seja com variações táticas ou outras opções de passe e finalização. Se o clube diversificar a atuação ofensiva sem perder a química da dupla, o Coxa tem potencial para subir na tabela da Série A e se afirmar como adversário difícil de marcar.
Conclusão
Josué e Lucas Ronier são o motor ofensivo do Coritiba em 2026. A dupla entrega criatividade e gols, mas a gestão do elenco e ajustes táticos serão cruciais para evitar previsibilidade e garantir que o Coxa não dependa exclusivamente desses dois para sustentar resultados na Série A do Campeonato Brasileiro.
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