
Memphis Depay entrou aos 27 do segundo tempo na vitória dominante da Holanda por 5 a 1 sobre a Suécia, deu a assistência para o quinto gol e deixou claro que, mesmo com minutos limitados, pode ser peça criativa decisiva — sinal importante para a seleção e para o Corinthians na reta final do Grupo F da Copa do Mundo.
Memphis Depay e a atuação contra a Suécia
Memphis entrou como opção ofensiva tardia e mudou o detalhe final da partida: assistência para Crysencio Summerville no 5º gol da Holanda. Foram 18 minutos em campo numa exibição curta, mas objetiva.
Como foi em números
O atacante teve oito ações com a bola, completou quatro de cinco passes — todos no campo ofensivo — e sofreu uma falta. Perdeu a bola duas vezes em tentativas de drible. São dados que traduzem eficiência em espaço reduzido.

Contexto tático: de artilheiro a garçom
Memphis, maior goleador da história da seleção holandesa, mostrou nesta partida uma versão mais assistente do que finalizador. Entrar e entregar uma assistência indica capacidade de leitura e adaptação ao papel de jogador de ligação, útil para variar os cenários ofensivos da Holanda.
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Impacto para a seleção e para o Corinthians
Para a Holanda, ter um jogador com o faro de gol de Memphis que também consegue servir companheiros amplia opções no banco. Para o Corinthians, é um lembrete do nível do seu camisa 10: influência mesmo com poucos minutos reforça seu valor e forma física na competição.
O que pode vir a seguir
Com a vaga ainda em jogo no Grupo F, a projeção é que Memphis continue sendo utilizado como arma de impacto nos minutos finais. A presença de alternativas como Brian Brobbey mantém a disputa por oportunidades acesa, e o técnico pode explorar Memphis em jogos que exigirem criação mais refinada.
Próximo desafio
Memphis retorna à seleção na quinta-feira, 25, contra a Tunísia, último compromisso da Holanda na fase de grupos. Será um jogo chave para definição de rumos no Grupo F e uma nova chance para Depay consolidar o papel exibido até aqui.
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