
Abel Ferreira confirmou que Paulinho apresentou nova queixa no adutor e, apesar de estar relacionado, sentiu incômodo no aquecimento e não entrou contra o Fortaleza pela Copa do Brasil. O Palmeiras fará nova avaliação médica; a recorrência de lesões volta a comprometer a continuidade e a utilização do atacante.
Paulinho deixa jogo da Copa do Brasil por novo problema muscular
Abel Ferreira levou Paulinho ao banco contra o Fortaleza, mas o atacante não foi utilizado após queixar-se de dor no adutor durante o treino e voltar a incomodar no aquecimento. A delegação do Palmeiras optou por preservá‑lo e anunciou nova avaliação médica.
O que aconteceu no sábado e no aquecimento
No último treino antes da partida Paulinho relatou dor no adutor e pediu para ser relacionado. Mesmo assim, foi à lista e ficou no banco. Já no aquecimento pré‑jogo sentiu desconforto, deixou claro não estar confortável para entrar, e acabou mantido fora por precaução.

Histórico de lesões e retorno conturbado
Desde a chegada ao clube em 2025, Paulinho acumulou lesões que limitaram sua disponibilidade. Passou três meses parado por fissura na canela direita, foi submetido a cirurgia para fratura na tíbia e ficou cerca de 10 meses em recuperação. Retornou em maio, mas soma apenas 25 jogos, cinco gols e duas assistências pelo Palmeiras. A sequência de problemas físicos transforma cada reaparecimento em risco de novo afastamento.
Impacto imediato para o Palmeiras
A ausência de Paulinho reduz as opções ofensivas de Abel Ferreira para próximas partidas, inclusive na Copa do Brasil e no Brasileiro. O técnico já tem alternativas como Vitor Roque e Flaco López, mas perder uma peça contratada com expectativa de impacto ofensivo altera planejamento tático e de rotação. Para o clube, a preocupação maior é preservar o jogador sem comprometer o desempenho coletivo.
O que a nova avaliação deve determinar
A próxima etapa é exames complementares para confirmar a extensão da lesão no adutor. Se for uma lesão muscular leve, o tratamento tende a ser conservador com fisioterapia e alguns dias de repouso; lesões mais sérias exigem cronograma de reabilitação mais longo. A gestão médica do clube provavelmente priorizará a recuperação plena para evitar recaídas.
Paulinho sente dor no adutor e é poupado por Abel Ferreira; exames vão definir recuperação
Análise: por que isso importa
A recorrência de problemas físicos no atacante revela um risco dual: além da perda de capacidade ofensiva no curto prazo, gera dúvidas sobre a continuidade do investimento do clube no atleta. Para Abel Ferreira, manter uma coerência tática exige jogadores disponíveis; lesões sistemáticas forçam adaptações e aumentam a carga sobre outras peças do elenco.
O que pode acontecer a seguir
Espera‑se que o Palmeiras divulgue um boletim após exames. A tendência, diante do histórico, é abordagem cautelosa para evitar nova cirurgia ou recidiva. Em campo, o técnico deve ajustar a rotação até que Paulinho esteja plenamente recuperado, dispondo de alternativas temporárias no ataque.
Conclusão
Paulinho volta a ser problema físico no momento em que buscava sequência. O episódio coloca pressão sobre o departamento médico e força Abel Ferreira a reforçar soluções ofensivas imediatas, enquanto o clube decide a melhor forma de proteger o jogador sem sacrificar resultados.
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