
Renê foi o protagonista da virada do Vitória sobre o Athletico: dois gols na vitória por 4 a 0 no Barradão, recuperando a desvantagem de 2 a 0 do jogo de ida e garantindo a vaga nas quartas de final da Copa do Brasil — agora com 12 gols em 25 partidas na temporada.
Vitória devolve perda no primeiro jogo e garante vaga nas quartas da Copa do Brasil
Renê brilhou no Barradão ao marcar aos 10 minutos do primeiro tempo e novamente aos 15 da etapa final, tornando-se peça decisiva na virada por 4 a 0 sobre o Athletico. Depois de perder a ida por 2 a 0, o Leão reverteu o confronto e avançou por 4 a 2 no agregado, com gols também de Erick e Marinho.
Como a partida se desenrolou
O Vitória saiu atrás no agregado, mas dominou as ações em casa desde o início. O primeiro gol, de oportunismo, reacendeu a confiança do time e da torcida. Erick ampliou ainda no primeiro tempo, igualando o confronto agregado. Na segunda etapa, Renê aproveitou cobrança de escanteio para recolocar o Vitória em vantagem no marcador agregado, e Marinho selou a classificação nos minutos finais.
Renê: protagonista e referência ofensiva
Renê já soma 12 gols em 25 jogos na temporada e fez valer sua capacidade de decidir partidas importantes. Suas finalizações precisas e posicionamento no centro da área foram determinantes para a reação. A performance eleva seu status como referência ofensiva do clube e alvo constante da marcação adversária a partir de agora.

Impacto tático e influência da torcida
O Vitória aproveitou o Barradão com uma pressão alta e transições rápidas pelas laterais, forçando erros do Athletico. A intensidade coletiva associada ao apoio da torcida criou um ambiente sufocante para o visitante, transformando o estádio em fator X da virada. A equipe mostrou capacidade de reagir sob pressão, algo valioso em mata-matas.
O que essa classificação significa
Avançar às quartas da Copa do Brasil é um salto de competitividade e receita para o clube, e fortalece a moral do elenco para a sequência da temporada. Para Renê, a atuação reforça sua importância como referência e possibilidade de decidir confrontos de maior exigência. Para a comissão técnica, confirma a eficácia de ajustes táticos feitos para o jogo de volta.
Desafios para seguir adiante
Manter o nível de atuação será essencial nas próximas fases: o Vitória agora enfrentará adversários de alto calibre, onde erros individuais e cansaço coletivo tendem a ser punidos. Será necessário diversificar as opções ofensivas para não ficar dependente de um único jogador e ajustar a proteção defensiva contra times mais verticalizados.
Reflexo para o Athletico
O Athletico sai com a lição de que administrar uma vantagem na ida exige mais solidez e controle em jogos fora de casa. A derrota expõe fragilidades na saída de bola e em bolas aéreas defensivas que precisam ser corrigidas caso vise títulos em mata-matas.
Próximos passos
O Vitória chega às quartas com confiança e a torcida empolgada; cabe à diretoria e à comissão técnica sustentar esse momento e reforçar o elenco se necessário. O desempenho de Renê sugere que o time tem um artilheiro pronto para decidir jogos, mas o sucesso a partir de agora dependerá de coerência tática e gestão física em um calendário exigente.
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