"Se fossem brasileiros": Rivellino usa Arrascaeta e Garro para ilustrar lacuna da Seleção

"Se fossem brasileiros": Rivellino usa Arrascaeta e Garro para ilustrar lacuna da Seleção

Rivellino diz que falta um camisa 10 clássico no Brasil e elogia Arrascaeta e Rodrigo Garro; para apostadores, destaque em props: considerar apostas em assistências de Arrascaeta em jogos de clube e em placares apertados para a Seleção, já que a criatividade central pode estar em baixa — mercados de under/over e assistências devem refletir essa incerteza.

Rivellino: “Falta um camisa 10” no futebol brasileiro

O ídolo Roberto Rivellino levantou o alerta sobre a ausência de um meia-artilheiro clássico na Seleção Brasileira. Em análise sobre o momento do futebol nacional, ele afirmou que o país sente um “vazio criativo” na função de camisa 10, crucial para organizar o jogo e ditar ritmos.

Quem exemplifica o perfil que falta

Rivellino citou dois jogadores que, segundo ele, representam o meio-campo articulador que hoje é raro no Brasil: Giorgian de Arrascaeta, do Flamengo, e Rodrigo Garro, do Corinthians. "Hoje nós temos uma carência. Se Garro ou o Arrascaeta fossem brasileiros, poderíamos estar bem servidos nesse setor. O Arrascaeta é um jogador pensante, tem um toque de bola diferente", declarou.

O papel de Arrascaeta e Garro

Arrascaeta assumiu a camisa 10 do Flamengo após a saída de um nome importante do clube e também usa o número na seleção do seu país. Garro recebeu a numeração simbólica no Corinthians em 2021, embora depois tenha precisado ceder o número por cláusula contratual. Para Rivellino, ambos têm perfil para organizar e mudar o ritmo das partidas — características pedidas pelos torcedores e que faltam à Seleção.

Polivalência e a dúvida sobre Lucas Paquetá

Rivellino também criticou a falta de definição de função de alguns jogadores, citando Lucas Paquetá como exemplo. "Hoje temos o Paquetá e eu não sei do que ele joga, se joga de ponta, no meio... No fim, ele acaba não jogando nada!", avaliou. O ex-camisa 10 ressaltou que a modernidade pede versatilidade, mas que ainda é preciso preservar jogadores com capacidade de decidir individualmente.

Ancelotti encerra fase de observações e monta base

Após quatro datas Fifa e oito partidas, Carlo Ancelotti concluiu uma primeira fase de observações como técnico da Seleção. Foram convocados 48 atletas; seis deles não tiveram minutos em campo: Antony, Ederson (volante), João Gomes, John, Léo Ortiz e Luciano Juba. Bruno Guimarães participou de todas as partidas como titular, enquanto Casemiro e Estevão ficaram fora apenas de um jogo cada.

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Próximos passos: amistosos e preparação para 2026

A reapresentação da equipe está marcada para março, quando o Brasil enfrentará França e Croácia em amistosos. A comissão técnica pretende estreitar a base que será trabalhada rumo à Copa do Mundo de 2026, aproveitando os confrontos para avaliar soluções táticas e a possível busca por um articulador mais definido.

Implicações para apostadores

A avaliação de Rivellino pode influenciar mercados de apostas: a falta de um número 10 tradicional tende a favorecer linhas de jogos com placares mais apertados e maior protagonismo das pontas. Para punters, alternativas interessantes incluem props de assistência para Arrascaeta em jogos de clube, apostas em under/over favoráveis a partidas com menor criatividade central e mercados de gols por jogadores de lado.

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