
Athletico vai ao Barradão nesta quinta sem os laterais-esquerdos Lucas Esquivel e Claudinho para o jogo de volta das oitavas da Copa do Brasil contra o Vitória. Com a vantagem de 2 a 0 obtida na Arena da Baixada graças a gols de João Cruz e Dudu, o Furacão entra em campo em posição confortável, mas desfalcado na lateral e sob risco de desgaste no calendário.
Contexto do confronto: vantagem construída, cuidado necessário
Athletico Paranaense venceu o jogo de ida por 2 a 0 na Arena da Baixada, com gols de João Cruz e Dudu. Esse placar deixa o Furacão em situação favorável: pode perder por um gol de diferença e ainda assim avançar às quartas da Copa do Brasil 2026. Mesmo com a vantagem, o duelo no Barradão exige atenção. Vitória terá que buscar o resultado e provavelmente desafiará a linha defensiva pelo flanco esquerdo do Athletico.
Desfalques confirmados: Esquivel e Claudinho fora
Lucas Esquivel segue fora por dores no tornozelo e não viaja para Salvador. Claudinho sofreu uma lesão muscular que o deixará fora por quatro a seis semanas, tirando uma opção importante para o setor. A ausência da dupla reduz as opções do técnico Odair Hellmann e obriga ajustes táticos e de rotação de elenco.
O que isso significa para a equipe
Perder um titular potencial e um reserva de qualidade altera a dinâmica de jogo. A lateral-esquerda é ponto vulnerável: sem jogadores habituais ali, o time pode perder amplitude ofensiva e sofisticação nas transições. Na defesa, a substituição deve priorizar equilíbrio entre proteção à zaga e saída de bola — especialmente contra um Vitória que terá expectativas altas em casa.

Implicações para escalação e estratégia
Com a vantagem construída, Hellmann tem margem para preservar atletas e optar por uma postura mais cautelosa. Ainda assim, a escolha por um substituto conservador ou por um lateral ofensivo terá impacto direto no controle do meio-campo e na capacidade de contra-ataque. A gestão do jogo e da carga física será fundamental: rodízio pontual pode proteger o elenco sem comprometer a classificação.
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Por que importa além da vaga
A lesão de Claudinho, com previsão de recuperação de até seis semanas, atinge o calendário do Athletico em competições paralelas, elevando a importância de soluções internas. A resposta do clube em organização tática e gestão de elenco dirá muito sobre a profundidade do time neste momento da temporada. Se o clube não souber contornar os desfalques, pode sentir efeitos em Série A e nas fases seguintes da Copa do Brasil.
Próximos passos e expectativa
Odair Hellmann deve definir a lista de relacionados e a escalação nas horas que antecedem o jogo. No Barradão, a prioridade do Athletico será controlar o ritmo, proteger a vantagem e administrar desgaste. Para o Vitória, é a chance de testar a solidez do adversário e tentar um resultado heroico. Favoritismo pragmático do Furacão, mas a eliminação só é certeza depois dos 90 minutos — e a ausência de opções na lateral esquerda aumenta o grau de atenção.
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