
Athletico e Coritiba já têm sete titulares que ultrapassaram o limite de 12 partidas no Brasileirão, o que os impede de trocar de clube dentro da Série A — caso mais emblemático é Kevin Viveros, que alcançou 13 jogos e, alvo de sondagens, foi declarado fora do mercado doméstico por decisão do clube.
Impacto imediato: clubes garantem estabilidade no elenco
Para Athletico e Coritiba, a barreira das 12 partidas traz alívio esportivo: jogadores-chave ficam indisponíveis para transferências internas na Série A até o fim da temporada. Isso fecha portas para negócios entre rivais e fortalece as frentes ofensivas das duas equipes em um momento em que a Série A exige profundidade e ritmo.
Quem já atingiu o limite e por que isso importa
Athletico — quatro nomes que seguram o time
Kevin Viveros, o nome mais relevante, completou 13 jogos no Brasileirão e não pode mais ser negociado com clubes do futebol brasileiro. A diretoria deixou claro que não pretende vender o atacante nacionalmente, mesmo diante de sondagens. Santos (goleiro), Mendoza (atacante) e Juan Portilla (volante) também chegaram a 13 partidas, com Portilla combinando entradas como titular e substituições. A manutenção desses atletas dá ao Furacão uma base mais sólida para as próximas rodadas.

Coritiba — ataque preservado
Lucas Ronier, Pedro Rocha e Vini Paulista completaram 13 jogos pelo Coxa na Série A. Pedro Rocha se destaca como referência ofensiva do time nesta temporada. Reter esses jogadores evita perdas diretas para concorrentes e mantém a espinha dorsal do ataque alviverde.
Quem pode chegar lá na próxima rodada
Athletico
Arthur Dias e Dudu estão próximos de atingir a 13ª participação e podem confirmar a indisponibilidade para transferências dentro do Brasileirão na próxima rodada contra o Grêmio. Luiz Gustavo vinha em posição de alcançar o limite, mas recebeu o terceiro cartão amarelo e ficará suspenso, atrasando essa contagem.
Coritiba
Maicon, Josué e Lavega estão em contagem regressiva para superar o teto de 12 jogos. Em contrapartida, Jacy, Bruno Melo e Breno Lopes cumprem suspensão e só poderão retomar essa possibilidade após cumprir o período de desfalque.
Análise: o que isso significa na prática
Manter atletas por força das regras de registro altera a dinâmica do mercado interno: clubes com jogadores acima do limite não podem ceder peças estratégicas a rivais, forçando negociações apenas para o exterior ou internamente por permutas não abrangidas pela mesma janela. Para o Athletico, a decisão de não negociar Viveros dentro do país é também sinal de ambição esportiva — o clube aposta em preservar a coesão ofensiva em vez de realizar vendas lucrativas que enfraquecem o elenco.
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O valor competitivo da estabilidade
Reter artilheiros e peças-chave ajuda a reduzir os custos de recomposição de elenco e favorece projetos técnicos que demandam tempo para maturar. Em um Brasileirão cada vez mais parelho, estabilidade pode ser vantagem tática. Para jogadores como Viveros e Pedro Rocha, permanecer é oportunidade para consolidarem status e valorização internacional.
O que observar nas próximas rodadas
Fique atento ao desfecho das suspensões e à evolução de atletas próximos das 13 partidas. A postura das diretorias em usar a regra como ferramenta de proteção do elenco ou como obstáculo para negócios moldará o mercado interno até o fechamento das janelas. Para torcedores, a mensagem é clara: neste momento, Athletico e Coritiba priorizam forças para competir na Série A.
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