
Rony descartou qualquer retorno ao Athletico na próxima janela e reafirmou o desejo de seguir no Santos. O atacante, com 13 jogos no Campeonato Brasileiro pelo Peixe e contrato até 2028, chamou de “falsa” a especulação sobre volta ao Rubro-Negro e pediu foco em objetivos dentro do clube, antes de buscar sequência e rendimento em campo.
Rony nega volta ao Athletico e se compromete com o Santos
Rony afirmou com clareza que não há negociação com o Athletico e que pretende seguir no Santos, clube ao qual chegou no início do ano. A declaração interrompe rumores sobre uma possível transferência já na próxima janela e dá ao Peixe uma resposta pública sobre a permanência do atacante.
O que o jogador disse
O atacante declarou surpresa com as especulações, reforçou o carinho pelo Athletico, mas disse que “não tem nada” de retorno. “Acabei de chegar e não posso sair agora, ainda tenho muita coisa para fazer no Santos. Eu não estou com nenhuma expectativa de sair, tenho objetivos aqui dentro”, afirmou, sublinhando intenção de buscar sequência no time.
Desempenho atual no Santos
Rony já disputou 13 partidas pelo Campeonato Brasileiro e 21 jogos no ano pelo Santos, com um gol e uma assistência no total. Foi titular na derrota por 3 a 2 contra o Grêmio no último sábado, depois de mais de um mês sem iniciar partidas. O Peixe pagou cerca de 3 milhões de euros (aproximadamente R$ 18 milhões) e lhe ofereceu contrato até o final de 2028.
Interpretação: por que isso importa para o Santos
A afirmação pública de compromisso evita instabilidade no vestiário e permite ao técnico e à diretoria planejar com Rony disponível. Ainda assim, os números ofensivos são modestos para um atacante com seu histórico — resta ao jogador transformar presença em produtividade. Para o Santos, a pressão é dupla: justificar o investimento e recuperar ritmo coletivo com Rony como peça influente.
Trajetória e currículo do jogador
Rony é ídolo do Athletico, clube que o projetou entre 2018 e 2020 (73 jogos, 13 gols e 12 assistências), com destaque na conquista da Copa do Brasil de 2019 — gol decisivo na final que entrou para a memória do torcedor. No Palmeiras, teve passagem extensa e vitoriosa: 284 jogos, 80 gols e 32 assistências; é o maior artilheiro do clube na Libertadores, com 23 gols, e colecionou títulos nacionais e continentais. Antes de chegar ao Santos, passou pelo Atlético-MG, onde acumulou 62 jogos, 13 gols, 5 assistências e um título do Campeonato Mineiro.
O que o passado indica
O histórico mostra um jogador capaz de decidir partidas e somar títulos, mas que também passou por fases de pouca utilização. Se recuperar a regularidade, Rony pode entregar impacto imediato; se não, a pressão por retorno financeiro e resultados sobre o investimento do Santos só tende a aumentar.
O que vem a seguir
Foco nos próximos jogos do Brasileirão e na sequência de Rony como titular: minutos, participação em jogadas ofensivas e gols serão determinantes para consolidar sua permanência como peça-chave. Para o Athletico, a porta continua fechada publicamente, mas o carinho mútuo permanece — um retorno só faria sentido se houvesse clara vantagem esportiva para o jogador e para os clubes envolvidos.
Resumo analítico
A negação de Rony corta curto a novela da janela e reforça um cenário pragmático: Santos ganhou uma garantia verbal e agora precisa converter isso em desempenho. Para o atacante, é momento de provar que a trajetória vencedora não foi só estatística, mas que pode ser replicada no presente.
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