
O Botafogo está em evidência após a vitória sobre o PSG no Mundial de Clubes, o que pode aumentar a confiança da equipe nas próximas partidas e influenciar apostas futuras. As conversas emocionantes entre o treinador Renato Paiva e seus ex-jogadores da formação do Benfica, Gonçalo Ramos e João Neves, destacam o impacto positivo que ele teve em suas carreiras, sugerindo que o Botafogo pode continuar a ter desempenho forte em competições futuras.
Treinador português reencontrou jogadores da formação do Benfica e Pacho, que lançou no Independiente del Valle.
O Botafogo está nas bocas do mundo depois da vitória sobre o PSG (1-0) no Mundial de Clubes e o treinador Renato Paiva no centro das atenções. Antes do jogo falou-se muito do reencontro entre o treinador português e os dois jogadores da formação do Benfica com quem se cruzou no Seixal, Gonçalo Ramos e João Neves - até ‘prometeu’ bofetadas, caso lhe marcassem algum golo, o que não se veio a verificar – e houve mesmo encontro caloroso, mas só no final. Também com William Pacho que lançou no Independente del Valle.
«Se Gonçalo Ramos ou João Neves me fizerem um golo, levam uma bofetada» Renato Paiva antecipa com humor reencontro com antigos jogadores do Benfica ao falar do PSG-Botafogo no Mundial de clubes.
«Estive com os jogadores (portugueses do PSG) no fim, trouxe camisolas e o carinho deles. Não vou dizer agradecimento pelo impacto nas suas carreiras. Eles gostam muito de falar em agradecimento, mas digo sempre que eles não têm de agradecer, porque são os principais responsáveis. ‘Se vocês não quisessem isso e não fossem quem são, não teriam chegado onde chegaram’.
Posso dizer, e até comentei com a equipa técnica a minha conversa com o Pacho e o Gonçalo Ramos (ambos titulares), com quem tenho uma ligação muito maior: estavam frustrados pela derrota, mas senti um pouquinho de felicidade no abraço, nas palavras dos dois», revelou ao Globoesporte, dando mais pormenores sobre a conversa com o avançado português: Gonçalo Ramos e Pacho estavam frustrados pela derrota, mas senti um pouquinho de felicidade no abraço, nas palavras dos dois.
«O Gonçalo disse-me ‘mister, eu detesto perder, mas se tiver de perder, que seja assim para si. Estou muito feliz por si, merece muito o que lhe está a acontecer’. O Pacho deu-me um abraço muito apertado e até emocionado, disse que tinha sonhado muito em ser jogador profissional, chegar a altos patamares, mas não acreditava que fosse tão rápido. ‘Você é que me abriu a porta para me estrear como profissional’. São estes momentos que fazem muito valer a pena o que é a profissão de treinador de futebol, em especial um que trabalhou na formação e viu estes meninos todos crescerem.
A Bola



