
Roberto Martínez procura um terceiro ponta‑de‑lança para o Mundial; isso pode aumentar a aposta numa seleção mais ofensiva — mercados como over 1.5 golos e “Portugal a marcar em ambas as partes” ganham valor. Com Cristiano Ronaldo provável titular, a rotatividade no ataque pode favorecer apostas em golos e remates durante os jogos de preparação e na fase de grupos.
Martínez aposta em três pontas-de-lança para o Mundial
Roberto Martínez prepara‑se para levar três avançados-centro ao Mundial de 2026, uma alteração face às últimas convocatórias que têm privilegiado Cristiano Ronaldo e Gonçalo Ramos. O seleccionador admite a necessidade de “sangue novo” na frente de ataque e garante que a porta da equipa continua aberta, embora a competitividade torne a entrada difícil.
Decisão poderá surgir já nas próximas convocatórias
O treinador deixou em aberto a possibilidade de haver novidades já para a próxima lista, sem revelar nomes. A escolha do terceiro ponta-de-lança será um ponto importante na preparação final e poderá alterar o perfil tático da equipa, dando mais opções ofensivas para o torneio.
Estágio de março: testes em México e EUA para simular o Mundial
Martínez sublinha a importância do estágio de março, que inclui partidas no México e nos Estados Unidos. A preparação visa expor a equipa a condições semelhantes às do Mundial — jogando em altitude no México e num estádio fechado nos EUA — para ajustar rotinas físicas e tácticas antes da competição.
Complexidade do Mundial e foco europeu
O seleccionador alerta que o Mundial será “complexo e exigente” para as selecções europeias e que estes jogos são a preparação perfeita para ganhar conforto competitivo. A ideia é que a equipa cresça ao longo dos primeiros três jogos do torneio e que os jogadores acreditem realisticamente na hipótese de conquistar o título.
Grupo K: adversários e calendário
Portugal integra o Grupo K, com sedes em Houston e Miami. A estreia será contra o vencedor do play‑off intercontinental (decidido em março entre Jamaica, Nova Caledónia ou República Democrática do Congo), seguindo‑se encontros com Uzbequistão e Colômbia. O calendário obriga a afinações tácticas específicas e gestão de recursos.
O papel de Cristiano Ronaldo na equipa
Cristiano Ronaldo, que fará 41 anos em fevereiro, mantém um peso indiscutível na selecção como capitão e habitual titular. Martínez garante que o estatuto do capitão não condiciona as decisões técnicas: quando Ronaldo está bem, diz o técnico, é uma mais‑valia clara para Portugal.
Ruído externo, foco interno e conquistas recentes
O treinador reconheceu o “barulho” externo provocado por mudanças na presidência da federação antes da final‑four da Liga das Nações, mas afirma que esse contexto acabou por unir a equipa. A conquista da Liga das Nações em 2025 foi apontada como um momento-chave que elevou o estatuto e a perceção das selecções adversárias.
Contrato, futuro e ambição
Martínez termina contrato após o Mundial, mas assegura que isso não é uma preocupação imediata. O foco está inteiramente no torneio de 2026 e na ambição de deixar um legado que seja lembrado nas próximas décadas: “o objetivo é o Mundial2026 e depois falaremos do futuro”, afirma, com a intenção de fazer história com a Selecção.
A Bola



