
Com virada após perder o primeiro set, a seleção brasileira feminina derrotou a República Dominicana por 3 a 1 (23/25, 25/18, 25/11, 25/15) em Brasília, na etapa da Liga das Nações. A reação veio com bloqueios firmes de Julia Kudiess e ataques decisivos de Diana e Julia Bergmann; o time de José Roberto Guimarães encerrou a partida dominando a reta final e manteve-se invicto na capital.
Brasil supera República Dominicana e confirma recuperação na etapa de Brasília da VNL
A Seleção Brasileira feminina de vôlei precisou reagir ao perder o primeiro set, mas impôs seu ritmo a partir do segundo e garantiu a vitória por 3 a 1 sobre a República Dominicana na Liga das Nações, com parciais de 23/25, 25/18, 25/11 e 25/15. O triunfo é o segundo consecutivo do Brasil na etapa de Brasília e mantém a equipe em bom momento na competição.
Primeiro set: dificuldades iniciais e vantagem dominicana
O jogo começou com a República Dominicana mais ajustada, explorando falhas defensivas brasileiras e abrindo vantagem de até 18/13. O Brasil reagiu no fim da parcial com contribuição de Kisy, Julia Bergmann e Diana, empatando em 21/21, mas cometeu um erro decisivo que permitiu o fechamento adversário em 25/23.

Virada e controle: como o Brasil retomou o jogo
No segundo set o equilíbrio inicial deu lugar ao controle brasileiro a partir da metade da parcial. O bloqueio de Julia Kudiess passou a fazer diferença e os contra-ataques ganharam eficiência, permitindo ao Brasil abrir vantagem e empatar a partida em 25/18. A partir do terceiro set a seleção dominou amplamente, impondo pressão no saque e segurança defensiva para vencer por 25/11 e encerrar o quarto em 25/15.
Destaques individuais e coletivo
Julia Kudiess destacou-se no bloqueio, transformando a equipe numa presença intimidadora na rede. Diana e Julia Bergmann apareceram nos momentos decisivos, com Diana sendo determinante tanto no bloqueio quanto nas bolas de ponto. Taianara contribuiu com volume ofensivo e estabilidade. A performance coletiva, especialmente a melhora na cobertura e transição defesa-ataque, foi o fator-chave da virada.
Análise: por que a vitória importa
A partida evidencia duas características importantes da Seleção Brasileira: capacidade de ajuste tático e profundidade do elenco. Superar um começo instável e dominar os dois últimos sets mostra que a equipe responde às leituras do técnico José Roberto Guimarães e que alternativas no banco rendem quando necessário. Ainda assim, a oscilação nos saques e as falhas defensivas do início são pontos a corrigir para jogos de maior exigência.
O que vem a seguir
A vitória solidifica o momentum do Brasil na etapa de Brasília e reforça a confiança da equipe na construção coletiva. Para manter a consistência na Liga das Nações, é preciso transformar a superioridade técnica mostrada nos sets finais em regularidade desde o primeiro ponto. Se o Brasil conseguir minimizar os erros iniciais, a tendência é que seja candidato a dominar a fase de grupos na capital.
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