
O Palmeiras considera Allan inegociável frente ao interesse do Manchester City; a diretoria, alinhada a Leila Pereira e Abel Ferreira, só negociaria diante de uma proposta “fora da curva” — a multa rescisória do meia está em cerca de 100 milhões de euros e o clube já recusou ofertas inferiores, como a do Aston Villa.
Palmeiras veta saída de Allan diante do interesse do Manchester City
O Manchester City entrou no radar por Allan como opção para repor Savinho, cujo negócio com o Tottenham está encaminhado por 100 milhões de euros. Palmeiras trata o meia de 22 anos como peça-chave e informa que não tem intenção de vendê-lo na janela atual. A diretoria já barrou uma oferta do Aston Villa na casa dos 30 milhões de euros.
Situação contratual e multa rescisória
Allan tem cláusula rescissória avaliada em cerca de 100 milhões de euros. Essa cifra funciona hoje como linha defensiva do Palmeiras: só uma proposta muito acima do mercado alteraria a posição do clube. A recusa prévia a ofertas modestas demonstra que a diretoria está disposta a preservar ativos esportivos mesmo com metas de receita.

Por que o Palmeiras resiste
A decisão passa diretamente pela presidente Leila Pereira e atende a pedido do treinador Abel Ferreira, que privilegia a manutenção da base do elenco. A postura reflete uma leitura clara: preservar o conjunto competitivo do time vale mais, a curto prazo, do que ceder a ofertas que não cubram o valor esportivo do jogador.
Desempenho de Allan e importância no elenco
Com 22 anos e formação nas categorias de base do clube, Allan se firmou como titular absoluto. Na temporada soma 41 jogos, seis gols e cinco assistências — números que atestam evolução técnica e impacto nas transições ofensivas do Palmeiras. Sua versatilidade como meia-atacante o transforma em peça difícil de substituir internamente.
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Implicações esportivas e financeiras
Embora o Palmeiras tenha uma meta de arrecadar cerca de R$ 400 milhões em vendas de jogadores, a diretoria prioriza ganhos esportivos no momento. Manter Allan preserva a espinha dorsal do time e protege ambições em competições como o Campeonato Brasileiro e a Libertadores. Por outro lado, recusar ofertas pode tensionar as finanças se oportunidades de mercado concretas não se materializarem.
O que pode acontecer a seguir
Espera-se que clubes interessados, como o Manchester City, testem o mercado com propostas formais. O Palmeiras manterá postura dura, negociando apenas se propostas alcançarem ou superarem parâmetros financeiros e esportivos estabelecidos. Se surgir uma oferta realmente excepcional, o clube terá de balancear retorno financeiro e continuidade competitiva.
Manter Allan significa apostar na competitividade imediata; vendê‑lo, aceitar um impacto esportivo compensado por reforço financeiro. A próxima movimentação do mercado dirá se o Verdão mantém sua base ou cede diante de uma proposta irrecusável.
Cnn Brasil



