
Raphinha marcou 11 gols em sete jogos pelo Barcelona e já atua como centroavante desde a saída de Robert Lewandowski, formando um trio veloz com Lamine Yamal e Karim Adeyemi. A forma explosiva não só eleva o ataque do Barça como reabre a discussão sobre sua utilidade como '9' na Seleção Brasileira.
Raphinha em alta: números e contexto imediato
Raphinha soma 11 gols em apenas sete partidas pelo Barcelona — dois na goleada de 5 a 1 sobre o Feyenoord, na estreia da UEFA Champions League, e nove nas seis primeiras rodadas da LaLiga. A produção ofensiva chega junto de uma adaptação: o brasileiro vem atuando com mais presença central, na função de centroavante.
Mudança de papel após a saída de Lewandowski
Com a saída de Robert Lewandowski, o Barça procurou alternativas internas e viu em Raphinha um atacante capaz de ocupar a área com agressividade. Ao seu redor, Lamine Yamal e Karim Adeyemi fornecem velocidade e amplitude, criando um ataque mais dinâmico e vertical — mais transições rápidas e infiltrações que penalizam defesas altas.
O que dizem os números e a mentalidade
Além dos gols, a leitura do jogo mudou: Raphinha fala em fome por mais gols e em busca constante de aprimoramento, atitude que se reflete em suas finalizações e movimentações. O time já mostrou capacidade ofensiva elevada neste início de temporada, e o brasileiro tem sido peça-chave nesse impulso.
Comparação com temporadas anteriores
O momento atual coloca Raphinha em trajectória para uma de suas melhores temporadas pelo clube. Em 2024/25, teve o seu recorde com 34 gols e 22 assistências; em 2025/26, apesar de lesões, anotou 21 gols e sete assistências em apenas 33 jogos. A frequência de gols neste começo de campanha sugere que pode superar números anteriores se mantiver saúde e regularidade.
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Implicações para a Seleção Brasileira
A ascensão de Raphinha como opção de área é um alento para a Seleção Brasileira, historicamente carente de um 9 fixo. Sua versatilidade ofensiva e instinto para finalizar ampliam o leque de escolhas dos comandantes: além de jogar aberto, Raphinha já demonstra condições de ser testado mais centralizado em circunstâncias que exijam presença física e mobilidade dentro da área.

O que esperar daqui para frente
Manter essa eficiência exigirá gestão de carga, prevenção de lesões e adaptação tática do Barcelona quando adversários passarem a marcar Raphinha com maior atenção. Se o time equilibrar posse e verticalidade, o brasileiro tem potencial para ser diferencial ao longo da temporada.
Próximo compromisso
Galatasaray (F) — 13/10, 16h (horário de Brasília) — UEFA Champions League
Análise final
Raphinha deixou de ser apenas um extremo criativo para se tornar uma referência de gols no projeto do Barcelona. A transformação é tanto individual quanto coletiva: o clube ganha uma alternativa ofensiva mais direta, e o jogador amplia sua candidatura a referências nacionais. A prioridade agora é sustentar a forma e transformar o começo avassalador em consistência.
Espn



