
Loide Augusto voltou ao Vasco após empréstimo ao Çaykur Rizespor, mas treina à parte e não está nos planos imediatos do clube. Com contrato até 2027 e concorrência de estrangeiros como Colidio e Sosa, o atacante deve ser negociado por empréstimo ou venda enquanto tenta recuperar valor de mercado.
Loide Augusto de volta ao Vasco e fora do elenco principal
Loide Augusto retornou ao Vasco após o término do empréstimo ao Çaykur Rizespor, da Turquia, e já treinou no CT Moacyr Barbosa — porém em atividades separadas do grupo principal. O clube deixou claro que o atleta não integra os planos imediatos da comissão técnica, abrindo caminho para uma venda ou novo empréstimo.
Por que o Vasco não conta com Loide agora
Apesar de contrato válido até o fim de 2027, Loide não conseguiu se firmar no time antes do empréstimo: disputou 18 partidas pelo Vasco sem participar de gols. Na volta da Turquia, o cenário mudou por duas frentes: rendimento aberto a questionamentos e um quadro de estrangeiros que comprimiram as opções do clube.

Desempenho no Çaykur Rizespor
No Çaykur Rizespor, Loide teve temporada produtiva na estatística pura, com quatro gols e quatro assistências em 25 jogos, mostrando que pode contribuir em outro contexto. Esse rendimento justifica interesse de clubes do exterior ou do mercado interno, mas não garantiu a continuidade na Turquia, já que o clube optou por não exercer a opção de compra.
Incidente que marcou sua passagem pelo Vasco
A passagem pelo Vasco também foi marcada por um episódio controverso na Copa do Brasil, contra o Operário, quando Loide fez um gesto interpretado como provocação ao então técnico Fernando Diniz e à torcida. O incidente deixou uma imagem negativa e contribuiu para a avaliação da diretoria sobre sua importância ao elenco, ao lado de questões de adaptação tática e comportamento.
Limite de estrangeiros e impacto no elenco
Com as chegadas de Colidio e Sosa, o clube ultrapassou o teto de estrangeiros, o que obrigou a diretoria a recalibrar as opções para partidas. Esse encaixe dificulta a permanência de atletas considerados de menor aproveitamento e torna mais provável que jogadores como Loide sejam negociados para liberar espaço e reduzir a massa salarial.
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O que isso significa para Loide e para o Vasco
Para Loide, o retorno ao mercado é uma chance de recuperar ritmo e reputação, especialmente se optar por um empréstimo onde ele possa ser titular e refazer números. Para o Vasco, trata-se de uma gestão de ativos: transformar um jogador fora dos planos em recurso financeiro ou um ativo que volte mais valorizado.
Próximos passos prováveis
A expectativa racional é que a diretoria busque ofertas de empréstimo ou venda nos próximos meses. O mais sensato para ambas as partes seria um destino com garantias de jogo — e um trabalho claro de reconstrução física e comportamental. Se Loide mostrar profissionalismo e continuidade, pode reverter a situação; caso contrário, o clube tende a priorizar reforços que se encaixem imediatamente no esquema e no limite de estrangeiros.
Conclusão
O retorno de Loide ao Vasco resume um dilema comum: potencial técnico comprovado em ambiente estrangeiro, mas falta de encaixe cultural e competitivo no clube. A decisão da diretoria será também um termômetro sobre a capacidade do Vasco de gerir elenco e mercado sem comprometer a competitividade imediata.
Ig



