
Jacy, zagueiro do Coritiba, marcou de cabeça e caiu no túnel do Couto Pereira ao comemorar — mas o gol foi anulado pelo VAR por impedimento. O susto gerou atendimento, substituição precoce no segundo tempo e reacendeu a lembrança do episódio semelhante protagonizado por Joel em 2014.
Jacy cai no túnel após gol anulado pelo VAR
Jacy venceu a defesa da Chapecoense e desviou de cabeça, comemorando em direção à torcida. Ao passar pela placa de publicidade, caiu dentro do túnel de acesso ao vestiário visitante. O lance, porém, foi checado pelo VAR e anulado por impedimento semiautomático, apagando a comemoração.
O lance e a anulação
A jogada aconteceu perto do intervalo; o sistema VAR identificou posicionamento irregular no ataque antes do desvio de Jacy. Mesmo após a queda no túnel, que momentaneamente interrompeu a celebração, o gol foi invalidado e a vantagem voltaria a ser apenas o tento anterior de Tiago Cóser.
Saúde do jogador e substituição
Jacy recebeu atendimento da equipe médica, permaneceu em campo até o apito do primeiro tempo e voltou para a etapa final. Aos dois minutos do segundo tempo, porém, precisou ser substituído por Rodrigo Moledo — movimento interpretado pelo clube como precaução diante do choque/queda durante a comemoração.
O túnel do Couto Pereira e o risco em comemorações
O túnel do Couto Pereira tem cobertura que é aberta em momentos de entrada e saída das equipes; por ocorrer perto do intervalo, o acesso já estava aberto. A combinação de placas publicitárias, pouco espaço e emoção da torcida expõe jogadores a riscos físicos quando avançam rapidamente para celebrar.
Eco de 2014: o caso Joel
A queda de Jacy trouxe lembranças do mesmo estádio: em 2014, Joel também caiu no túnel ao comemorar um gol. O episódio mostra que o Couto Pereira já convive com esse tipo de incidentes, reforçando perguntas sobre a disposição de elementos na beira do campo e a segurança em celebrações.
Análise: o que isso significa para Coritiba e Chapecoense
A anulação pelo VAR corta o efeito psicológico de um gol comemorado e pode alterar dinâmica e moral do time. Para o Coritiba, perder a validação do tento de Jacy significou depender do desempenho coletivo para manter ritmo. A substituição precoce evidencia preocupação com a condição física do jogador — e força uma rearrumação defensiva imediata.
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O que pode mudar
Clubes e organização do estádio têm espaço para revisar posicionamento de placas e o fluxo no entorno do túnel, reduzindo riscos em futuras comemorações. Em campo, treinadores devem preparar escalões rápidos para substituir jogadores abalados por incidentes parecidos, minimizando perda tática.
Conclusão
O episódio no Couto Pereira misturou drama físico, tecnologia e história do estádio: gol anulado pelo VAR, queda no túnel e um substituto entrando logo no reinício. Além do resultado, fica o lembrete de que celebrações precisam ser moderadas diante de infraestruturas que ainda expõem atletas a perigos evitáveis.
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