O quão próxima da repescagem a Seleção Brasileira realmente esteve?

O quão próxima da repescagem a Seleção Brasileira realmente esteve?

Foto: https://displate.com/artist/raphalue

Após um doloroso 5º lugar nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026, muito se tem falado sobre como a Seleção Brasileira teria de participar da repescagem caso o modelo antigo de classificação ainda estivesse vigente. Balela! Esse tipo de opinião ignora uma porção de fatores que envolveram o confronto contra a Bolívia, na noite da última terça-feira, e serve somente como caça-clique e sensacionalismo barato.

É mais claro do que a água que a estratégia para o jogo na altitude foi tomada pela comissão técnica de Carlo Ancelotti com base na classificação prévia da seleção canarinho ao mundial do ano que vem. Tanto as escolhas dos jogadores que começaram a partida, quanto as alterações, que mudaram também o esquema tático do time e, por fim, a não convocação de algumas peças importantes foram diretamente influenciadas pela vaga já garantida.

Caso vencesse a Bolívia, o Brasil terminaria as eliminatórias em 2º lugar, com 31 pontos, atrás somente da Argentina, que somou 38. Em uma situação em que a derrota na altitude e, consequentemente, a permanência nos 28 pontos colocaria o Brasil na repescagem, a dupla de zaga não seria Fabrício Bruno e Alexsandro, mas sim Marquinhos e Gabriel Magalhães, Paquetá não teria a chance de começar o jogo no lugar de Raphinha, Estevão, que já mostrou em outras oportunidades se dar bem jogando no topo do mundo, seria o titular no lugar de Luiz Henrique e João Pedro fatidicamente começaria a partida no lugar de Richarlison, sem contar com Vini Jr, que suspenso do primeiro jogo, teria sido convocado para o segundo.

Uma seleção escalada com: Alisson; Vitinho, Marquinhos, Magalhães e Caio Henrique; Andrey, Guimarães, Estevão, Raphinha e Vini Jr; João Pedro, poderia até perder da Bolívia, mas teria muito mais chances de vencer e consolidar uma posição confortável na tabela. Esse time não aconteceu por opção do treinador.

Ancelotti jogou com o regulamento debaixo do braço, fez testes, modificou o esquema tático durante a partida e saiu da Data Fifa mais dono do time do que entrou, e esse era exatamente o objetivo da pausa.

Não nos apeguemos a questões sensacionalistas do que poderia ter acontecido caso a realidade fosse diferente do que é de fato, pois isso influencia diretamente as nossas opiniões. Antes de colocarmos dinheiro no jogo que for, no jogador que for ou no resultado que for, precisamos entender perfeitamente todos os fatores que envolvem as partidas para não nos deixarmos influenciar por opiniões sentimentais e românticas.

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